STJ nega pedido de liberdade e mantém prisão de Gil Rugai

Em decisão liminar, desembargador manteve ex-seminarista em presídio de Tremembé, no interior

Bruno Ribeiro, O Estado de S. Paulo

06 de novembro de 2014 | 11h39

SÃO PAULO - O desembargador Walter Guilherme, que ocupa provisoriamente uma das vagas de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou na manha desta quita-feira, 6, pedido de liberdade proposto pela defesa do ex-seminarista Gil Rugai, acusado de matar o pai e a madrasta em 2004. Ele havia sido condenado em 2013 mas só foi para a cadeia na quarta passada, depois de uma decisão colegiada do Tribunal de Justiça decidir pela manutenção da condenação.

O pedido de liberdade havia chegado no STJ ainda na quarta, mas só foi analisado na manhã desta quinta. A decisão do desembargador Guilherme ainda terá o mérito analisado por dois outros desembargadores.


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O criminalista Thiago Anastácio, um dos defensores de Rugai, afirmou que tinha sido informado da decisão, mas ainda não tinha conseguido acesso ao teor da sentença do desembargador. "Só depois de ler os argumentos expostos pelo desembargador poderemos analisar que rumos tomar", explicou. Ele disse ter expectativa de obter a decisão nas próximas horas. 

Rugai foi condenado a 33 anos e nove meses de prisão. Seu pai, um publicitário, e a madrasta, sócia do pai, foram assassinados a tiros na casa do casal, na zona oeste da capital paulista. 

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