STF arquiva habeas de acusados de mandar matar publicitária

Pai e avô de Renata Archilla teriam pagado um PM para matá-la, em 2001; tentativa foi frustrada e ela está bem

da Redação , estadao.com.br

02 de setembro de 2008 | 17h53

O avô e o pai da publicitária Renata Archilla, baleada por um policial militar vestido de Papai Noel em dezembro de 2001, em São Paulo, continuarão presos. Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira, 2, arquivar o pedido de habeas-corpus feito por eles. O avô, Nicolau, e o pai dela, Renato Archilla, estão presos desde o mês passado por supostamente serem os mandantes da tentativa de homicídio. A intenção deles seria evitar que a vítima herdasse os bens da família.   Veja também: Publicitária cita 'alívio' ao falar sobre prisão de pai e avô Polícia prende pai e avô de garota atacada por Papai Noel   Segundo o STF, a Segunda Turma acompanhou o voto do ministro Cezar Peluso, relator do caso. Para ele, o decreto da prisão preventiva de ambos se baseou em fatos concretos. Peluso afirmou ainda que os dois acusados teriam se valido de sua condição financeira privilegiada para intimidar testemunhas. Essa é a segunda vez que os acusados contestam a decisão da Justiça de negar liminar requerida em habeas-corpus. Antes, a defesa fez os pedidos no Tribunal de Justiça paulista e no Superior Tribunal de Justiça (STJ), que nem sequer avaliaram os fundamentos dos habeas.

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