SP 'soube conviver' com interdições na Marginal, diz Kassab

'Cidade paga um preço', afirma prefeito; para secretário de Transportes, impacto foi bem absorvido no trânsito

Carolina Freitas, Agência Estado

21 de outubro de 2009 | 15h13

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), avaliou nesta quarta-feira, 21, que os paulistanos mostraram "saber conviver com o transtorno" das obras de ampliação da Marginal do Tietê. Três pontes estão interditadas para a operação. "A cidade paga um preço", afirmou Kassab, ao chegar para a inauguração da nova base do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), na região central.

 

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O secretário de Transportes, Alexandre de Moraes, considerou que o impacto das interdições foi bem absorvido no trânsito da cidade e acabou diluído em horários fora do pico de tráfego. "Isso mostra que a população entendeu a importância de, quando possível, alterar seus horários", disse o secretário.

 

Segundo Moraes, a lentidão na Marginal do Tietê na terça-feira aumentou 31% em relação à média no pico da manhã (das 7h às 10h) e 26% no pico da noite (das 17h às 20h). Ainda de acordo com dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os congestionamentos na cidade ficaram 4% menores que a média de manhã e 6% à noite.

 

"Na média do dia, ontem tivemos 66,1 quilômetros de congestionamentos. A média das terças-feiras desse semestre foi de 65 quilômetros", concluiu o secretário.

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