SP registra 8,9ºC na madrugada, recorde do ano

De acordo com CGE, em Parelheiros termômetros chegaram a marcar 4,3ºC; no decorrer do dia, sol predomina, elevando gradativamente as temperaturas

Solange Spigliatti, do estadão.com.br

07 de junho de 2010 | 08h52

SÃO PAULO - A cidade de São Paulo registrou na madrugada desta segunda-feira, 7, o recorde de frio deste ano, segundo medição do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) feito no Mirante de Santana, na zona norte da cidade, onde a mínima registrada foi de 8,9ºC, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE).

 

Em outros pontos da cidade a temperatura mínima de hoje foi ainda mais baixa. De acordo com as estações automáticas do CGE as temperaturas mínimas chegaram aos 4,3ºC em Parelheiros e 5,6ºC na região de Pirituba/Jaraguá. Nos aeroportos os termômetros registraram mínimas de 5ºC em Cumbica, 6ºC no Campo de Marte e 8ºC em Congonhas.

 

A madrugada deste domingo, 6, já havia registrado um recorde. De acordo com dados do Inmet, a mínima registrada ontem na estação do Mirante de Santana foi de 10,9ºC, superando o recorde anterior que era de 11,2ºC, no dia 13 de maio.

 

Segundo o CGE, a menor temperatura registrada nos meses de junho, desde o início das medições do Inmet, ocorreu no dia 1 de junho de 1979, quando os termômetros marcaram 1,2ºC.

 

Previsão

 

Uma massa de ar polar foi a causa de uma madrugada gelada na Grande São Paulo nesta segunda-feira, de acordo com o CGE. No decorrer do dia, o sol predomina, elevando gradativamente as temperaturas e espantando um pouco a sensação de frio com máximas que devem oscilar em torno dos 21ºC.

 

A umidade relativa do ar entra em declínio no período da tarde, quando deve atingir valores próximos aos 40%. Não há previsão de chuva para a Capital paulista.

 

Ao longo da semana o tempo segue seco e estável com temperaturas baixas nas madrugadas e em gradativa elevação no decorrer do dia. Os termômetros variam entre mínimas de 8ºC e máximas que não devem superar os 20ºC. Estas condições dificultam a dispersão de poluentes, o que pode prejudicar a qualidade do ar.

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