Sobe para 16 número de presos por ligação com caça-níqueis

Entre detidos na operação em São Paulo e Guarulhos estão policiais que recebiam propina para não apreender

Priscila Trindade, Central de Notícias

11 de setembro de 2009 | 18h20

 

SÃO PAULO - Subiu para 16 o número de pessoas presas nesta sexta-feira, 11, acusadas de envolvimento com jogos de azar em São Paulo e Guarulhos. As prisões ocorreram durante uma operação Ministério Público, iniciada de madrugada, para desmontar uma organização criminosa de exploração de máquinas caça-níqueis. Entre os detidos estão 11 policiais civis e militares suspeitos de receber propina para não apreender os equipamentos.

 

Segundo o MP, interceptações telefônicas ajudaram a mapear a atuação da organização, que também fabricava os equipamentos eletrônicos. Com base na investigação, foram expedidos 17 mandados de prisão e mais de 80 mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos em casas de policiais e donos de caça-níqueis, delegacias de polícia e laboratórios de montagem das máquinas.

 

Participaram da operação, além de agentes do Ministério Público, policiais do Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e da Corregedoria da Polícia Civil.

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