Só 5 mil cães e gatos têm microchip

Para manter controle sobre 3 milhões de animais domésticos, a Prefeitura de São Paulo criou em julho de 2007 uma lei que determina a instalação de microchips em cães e gatos. O objetivo era saber o histórico do animal e dessa forma evitar a proliferação de doenças como a febre maculosa. Passados quatro anos, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizou, desde abril de 2008, só 5 mil chipagens - a meta inicial do governo era colocar o aparelho em 20 mil animais por mês.

O Estado de S.Paulo

15 Novembro 2011 | 03h03

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