Só 140 dos 318 relógios de SP voltaram a funcionar

Apenas 140 dos 318 relógios de rua da cidade voltaram a funcionar. Eles estão nas Avenidas Paulista, Brigadeiro Faria Lima e 23 de Maio. Em março, a Prefeitura havia prometido a retomada do serviço nessas vias, depois de os equipamentos ficarem desligados por mais de dois meses.

Cristiane Bomfim, O Estado de S.Paulo

11 de maio de 2010 | 00h00

O restante dos relógios da capital, segundo informações da Secretaria de Infraestrutura Urbana, só será normalizado após a realização da licitação para exploração dos equipamentos.

A Prefeitura afirma que os equipamentos escolhidos estão localizados em importantes vias da cidade. Em outros endereços, como nas Avenidas Pacaembu (zona oeste) e Jornalista Roberto Marinho (zona sul), eles permanecem desligados. O contrato de emergência para a manutenção dos equipamentos tem duração de 90 dias, a contar de 1.º de maio. Em abril, a empresa escolhida, a Clear Chanel, fez a manutenção dos relógios. O custo da operação é de R$ 48 mil.

Segundo a secretaria, a data-limite do contrato coincidirá com o início do novo acordo para a exploração de todos os equipamentos na cidade. A licitação ainda depende de aval da Câmara.

Histórico. Desde 2007 o prefeito Gilberto Kassab (DEM) promete incentivar empresas a explorar publicidade em até 800 novos relógios. O investimento teria retorno de R$ 2,5 bilhões.

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