Skatistas desrespeitam placas na Roosevelt

A instalação de placas que delimitam onde skatistas, patinadores e ciclistas podem praticar os esportes na Praça Roosevelt tiveram pouco - ou quase nenhum - efeito sobre a ocupação do lugar. Ontem pela manhã, era possível ver manobras sendo feitas por toda a extensão da praça, até mesmo na presença de guardas civis metropolitanos (GCM).

O Estado de S.Paulo

18 de fevereiro de 2013 | 02h03

As placas eram uma das principais reivindicações dos moradores da região, que acreditavam que seriam importantes para limitar a área utilizada pelos skatistas. Além delas, a Subprefeitura da Sé se comprometeu a reformar o espaço reservado aos skatistas, onde seriam colocadas pequenas rampas e feitas adaptações nos corrimões para ajudar nas manobras. Essas reformas, no entanto, não foram feitas.

O presidente da Ação Local da Praça Roosevelt, Jader Nicolau Júnior, diz que está marcada para hoje uma reunião com o secretário municipal de Segurança Urbana, Roberto Porto. O encontro servirá para discutir qual será o papel da GCM na orientação dos skatistas. "Não adianta colocar a placa, se a GCM não está envolvida e não sabe o que pode fazer", diz Júnior. "Sem regras estabelecidas, eles não vão agir." Ele afirma que não esperava que a simples instalação das placas pudesse coibir os skatistas e ressalta que a resolução do problema dependerá de "ações conjuntas".

Em nota, a Prefeitura afirmou que as placas "têm caráter educativo e de sugestão de uso". Somente após as obras de adaptação e de separação do espaço é que "haverá acompanhamento e fiscalização para garantir o cumprimento do acordo". /J.D.

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