Situação regularizada?

TELEFÔNICA - COBRANÇA INDEVIDA

O Estado de S.Paulo

14 Dezembro 2011 | 03h02

Minha conta da Telefônica de julho a novembro veio bem acima do normal, a média era de R$ 150 e chegou a R$ 325. Como não estava em casa nesses meses, só contestei as cobranças indevidas em novembro, pedindo o ressarcimento em dobro. Ficou acertado que a devolução seria feita por ordem de pagamento no Banco do Brasil (BB), e que a Telefônica entraria em contato comigo nesse período, o que não ocorreu. Liguei em 21/11 para a empresa e a funcionária disse que só a conta de novembro tinha sido contestada. Expliquei tudo de novo, mas ela repetiu que só a de novembro tinha sido reclamada e, por isso, pedi que passasse para o seu supervisor. Depois de muito tempo ao telefone, ele disse não poder fazer nada. Entrei em contato com a Anatel para me informar sobre os meus direitos e registrar reclamação. Até agora a Telefônica não entrou em contato retificando a devolução.

LUCIANA DOS SANTOS S. PAULINO / SÃO PAULO

A Telefônica informa que a situação da sra. Luciana foi regularizada, sem ônus financeiros para a cliente.

A leitora desmente: A Telefônica nega o ressarcimento em dobro, como consta no Código de Defesa do Consumidor. Parte do ressarcimento, que deveria ter sido feita em 5/12, não ocorreu. Não acredito na devolução do dinheiro, prometida para 21/12. Fiz duas denúncias contra a empresa na Anatel. Fui ao BB todos os dias e até 12/12 nada constava. Gastei R$ 36 só em condução. Falei com dezenas de atendentes da Telefônica, em vão. A última disse para eu seguir o conselho da Anatel e entrar com um processo judicial contra a empresa, mas não tenho recursos para isso.

RISCO DE QUEDA

Poda de árvore errada

Em maio solicitei à Subprefeitura Butantã a remoção de uma árvore que está cada vez mais torta e sendo sustentada apenas por fios elétricos. Só na minha rua três já caíram, causando danos às casas e até um princípio de incêndio. A árvore indicada já foi diagnosticada pela AES Eletropaulo como em situação de risco. Na época, como nada foi feito, enviei reclamação ao Estadão. No dia 31/5 a Subprefeitura Butantã informou que a remoção da árvore fora autorizada. Mas, para realizar o trabalho, seria necessário o apoio da AES Eletropaulo, por causa do contato dos galhos com os fios elétricos. Resumindo, chegamos ao final do ano, quando começam as chuvas, nada foi feito e a situação só tende a piorar.

HELENA DE MORAES

/ SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que agendou a realização da poda em conjunto com a subprefeitura entre os dia 5 e 9/12. Conforme avaliação do profissional da subprefeitura, a árvore em questão não necessita de remoção, somente de poda.

A leitora lamenta: No dia 10/12 os encarregados da Prefeitura finalmente vieram até a minha casa para fazer a poda. Porém, fizeram o serviço na árvore errada, que não tem nenhum problema. A que apresenta perigo estava na solicitação, conforme me mostraram os técnicos, mas soube que seria necessário o apoio da AES Eletropaulo e que, sem essa autorização, nada poderiam fazer. Ou seja, corro sério risco de a árvore cair em cima da minha casa trazendo toda a fiação elétrica. A ineficiência é demais!

LIXO NA CALÇADA

Exemplo a não ser seguido

Após festa monumental de inauguração de luxuosa casa noturna no final de novembro, na esquina da Avenida Faria Lima com a Avenida Cidade Jardim, ficaram depositados na calçada dessa esquina cerca de 25 sacos de lixo de 100 litros, pelo menos 100 garrafas de bebidas alcoólicas e uma quantidade enorme de restos de alimentos sem o devido acondicionamento em sacos de lixo. Até as 13 horas do dia seguinte não havia sido providenciada a remoção do lixo. É um desrespeito ao cidadão.

LUIZ CARLOS DA SILVA

/ SÃO PAULO

A Subprefeitura Pinheiros informa que a casa noturna recebeu auto de intimação e auto de multa no dia 30/11, por falta de licença de funcionamento. Em vistoria realizada em 2/12, foi constatado que a via se encontrava limpa e liberada para o uso dos pedestres. Aproveita para lembrar que o munícipe pode realizar suas solicitações pelo telefone 156, pelo site http://sac.prefeitura.sp.gov.br ou nas Praças de Atendimento da subprefeitura de sua região.

O leitor analisa: Demoraram demais para limpar o que não deveriam nem ter sujado. Acho até mais provável que a multa não seja paga, já que o local foi inaugurado sem licença. Só espero que não desrespeitem mais os vizinhos, deixando o lixo na calçada após os eventos.

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