'Situação era tensa e Sé teve pânico generalizado', diz repórter

Almir Leite, do 'O Estado de S. Paulo', conta como os passageiros reagiram ao tiroteio na Estação Sé do Metrô

30 de novembro de 2007 | 16h34

O repórter Almir Leite, do jornal O Estado de S. Paulo, estava em um dos trens do Metrô durante o tiroteio no início da tarde desta sexta-feira, 30, na Estação Sé, a principal da cidade. Segundo ele, a situação era tensa entre os passageiros e se transformou em pânico generalizado. Ladrões que roubaram uma agência do Banco Bradesco entraram na estação Liberdade e correram, pelos trilhos, até a Estação Sé.   Passageiros socorrem mulher que passou mal após tiroteio Ouça o relato de Almir Leite  Preso um dos acusados de assaltar banco e fugir pelo MetrôEstação Sé do Metrô é fechada após tiroteio na plataforma   O repórter conta que muitos passageiros se machucaram e foram atendidas dentro da estação e também no chão da Praça da Sé, no centro de São Paulo. Os feridos foram socorridos por equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pela Guarda Civil Metropolitana e por funcionários do Metrô.

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