Sirenes e agentes são os recursos do governo do Estado

Depois da morte de 918 pessoas na enchente da região serrana em janeiro de 2011, o governo do Rio instalou 187 sirenes de alerta em cinco municípios e reativou o Centro Estadual de Administração de Desastres (Cestad), que monitora as chuvas e dá o comando para que as prefeituras acionem os alarmes. Com o fracasso do plano de construção de casas fora das áreas de risco e a lentidão das obras de contenção e drenagem, as sirenes são o recurso do poder público para tentar evitar mortes nos temporais.

O Estado de S.Paulo

20 Março 2013 | 02h03

O governo promete instalar 40 Unidades de Proteção Civil (UPCs), pequenos centros de monitoramento que funcionarão em contêineres nas áreas de risco, onde trabalharão agentes contratados nas comunidades. Eles vão detalhar os pontos vulneráveis da localidade e terão a missão de convencer as famílias a deixarem suas casas. "Os agentes das UPCs serão a ligação entre a Defesa Civil e a comunidade", disse o diretor do Cestad, tenente-coronel Gil Kempers. / LUCIANA NUNES LEAL

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