Sinalização na marginal

Já fiz essa pergunta há mais de seis meses. Já que nenhuma providência foi tomada vou tentar novamente: Quando a CET vai pintar as faixas de divisão das pistas na Avenida dos Bandeirantes e na Marginal do Rio Pinheiros? Quem passa por lá todos os dias, como eu, sabe o que ocorre, principalmente em dias de chuva. Da última vez me responderam que o serviço estava no "cronograma". Não exijo uma data exata, mas gostaria de saber se as faixas serão pintadas ainda nesta década.

, O Estado de S.Paulo

08 de maio de 2010 | 00h00

CLAUDIO FAVERO / SÃO PAULO

A CET esclarece que aguarda o término das obras de recapeamento da Avenida dos Bandeirantes para fazer a nova sinalização. Diz que a Marginal do Pinheiros terá o sistema de sinais de solo revitalizado. Informa que esse serviço de instalação e manutenção da sinalização horizontal é feito dentro de um planejamento mensal, que leva em conta as necessidades operacionais e de segurança, as solicitações dos munícipes e os projetos de planejamento. Porém, alguns fatores como a secagem do asfalto - que demora, em média, três semanas - e as chuvas podem exigir a reprogramação dos prazos. Explica que, assim, os locais onde as sinalizações (horizontal, vertical ou semafórica) serão adotadas são definidos e priorizados de acordo com as necessidades efetivas, levando-se em consideração a segurança dos condutores e pedestres e as condições locais e climáticas. Diz ainda que as etapas do serviço seguem uma rotina e que, após o recapeamento de uma via pela subprefeitura, a CET é informada oficialmente do término da obra para providenciar a sinalização horizontal e vertical, quando necessária. O pedido é incluído dentro do cronograma de serviços e obras da CET, que é obedecido rigorosamente tanto por equipes próprias quanto por empresas contratadas.

BUROCRACIA

Sem salário

Passei num concurso público para agente de organização escolar no ano de 2009. Por isso, saí de um emprego de mais de 1 ano e 10 meses, pois logo tomei posse na escola que havia escolhido, em 17/6/2009. Após 30 dias, já trabalhando, fui convocada para uma nova perícia. No dia seguinte foi publicado um novo laudo dizendo que eu era inapta para o cargo. Fui orientada a entrar com um pedido de reconsideração de perícia. Fiz isso e, em 22/9/2009, saiu o resultado: era apta para o serviço, conforme o primeiro laudo. Retornei ao trabalho e assinei nova posse. Porém, desde então, não recebo meu salário! Já passei por vários departamentos da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, mas nada é resolvido. A resposta que obtenho é que o processo é demorado, pois há outros casos antes do meu. Pensei que ser funcionária pública me daria estabilidade, mas não é o que ocorre. Consegui tirar cópias de prontuários e outros documentos e constatei que há muitos erros no meu processo. Por causa disso não sou considerada funcionária do Estado, mesmo tomando posse do cargo para qual passei por concurso público e assinando o ponto todos os dias na escola onde trabalho. Estou sem registro, sem salário e sem qualquer outro benefício a que tenho direito. Preciso de ajuda, pois não sei mais o que fazer para solucionar esse problema.

ELIANE F. H. DE CARVALHO / SÃO PAULO

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo não respondeu.

A leitora informa: Até hoje estou trabalhando sem receber salário. Tenho vários documentos que comprovam que sou funcionária pública. Não posso parar de trabalhar para não perder meus direitos. Entrei na Justiça pela Defensoria Pública, mas nada foi resolvido até hoje. A Secretaria alega que houve um problema no laudo da perícia, mas não o resolve. O fato é que essa burocracia tem um efeito dominó. Nunca nada é resolvido.

DESCASO

Moradores de rua e drogas

Moro na Rua Gabriele D"Annunzio, no Campo Belo. Desde o final de outubro do ano passado, a esquina dessa rua com a Avenida Vereador José Diniz está tomada por moradores de rua, que fizeram uma pequena favela no local com tendas de lona. Muitos fazem suas necessidades na calçada. Além da imundície, eles usam crack - especialmente à noite, quando mais usuários de drogas chegam ao local. Os moradores da região já fizeram reclamações pelo 156, da Prefeitura, como também para a Polícia Militar. Porém, sem sucesso. Peço à Coluna que entre em contato com as autoridades para que, quem sabe, alguém faça algo para solucionar o problema.

DOMINGOS SPINELLI / SÃO PAULO

A Secretaria de Assistência Social e a Secretaria da Segurança Pública do Governo do Estado não responderam.

O leitor comenta: O problema não foi resolvido até hoje. Todos continuam lá.

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