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Setor de homicídios participa da investigação do atentado ocorrido em escola de Suzano

Até o momento, 16 testemunhas foram ouvidas, podendo ser chamadas novamente para prestarem depoimento ao longo das investigações

Redação, O Estado de S.Paulo

14 de março de 2019 | 14h38

SÃO PAULO - A Secretaria da Segurança Pública  informa que a  Delegacia de Suzano, com o apoio do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa da Seccional de Mogi das Cruzes, investiga por meio de inquérito policial o ataque ocorrido na manhã de quarta-feira, 13, na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo

Equipes policiais realizaram diligências nas residências dos autores e em uma lan house, onde os jovens costumavam se encontrar, e  apreenderam diversos objetos entre computadores, tablets e anotações, que auxiliarão nas buscas pela motivação do crime. 

Até o momento, 16 testemunhas foram ouvidas, podendo ser chamadas novamente para prestarem depoimento ao longo das investigações.

O Instituto Médico Legal (IML) identificou todas as vítimas fatais. As armas utilizadas pelos autores foram apreendidas e encaminhadas para a realização da perícia. Dos onze feridos, oito vítimas continuam internadas.

A Polícia Militar reforçou o policiamento no entorno das escolas do município, que já conta com a Ronda Escolar.

Aproximadamente 200 policiais militares, civis e técnico-científicos atuaram na ocorrência. O governador João Doria, o secretário da Segurança Pública, general João Camilo Pires de Campos, além  dos dirigentes  das três polícias, acompanharam no local o trabalho de resgate e atendimento aos feridos. 

O governador decretou luto oficial de três dias no Estado

O secretário executivo da Segurança Pública, Youssef Abou Chahin e o delegado geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, concedem entrevista coletiva nesta quinta-feira, 14, às 17 horas, na sede da Delegacia Geral de Polícia.

AO VIVO: Tiroteio em Suzano

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