Sete mapas virtuais que valem o clique

Mais do que apontar rios e relevos, eles trazem utilidades - e curiosidades - da capital. Smartphones facilitam cada vez mais o acesso

JULIANA DEODORO, O Estado de S.Paulo

03 de junho de 2012 | 03h08

Esqueça aqueles atlas imensos e imutáveis da escola. Os mapas estão cada vez mais democráticos, acessíveis e, o mais bacana, personalizados. Para não se perder no meio das diversas alternativas espalhadas pela web, o Estado selecionou os mais interessantes, criados pelos novos "cartógrafos virtuais" - e que podem (e devem) abusar da colaboração dos internautas (veja ao lado).

Usando ferramentas como Google Maps e o Open Street Map, os usuários têm criado cartas bem específicas, que falam sobre seus bairros e interesses. Segundo o jornalista e cartógrafo de profissão, Breno Castro Alves, essa "apropriação" da cidade pelos mapas é uma tendência. Alves trabalha na Casa da Cultura Digital e é o responsável pelo Mapas de Vista (mapasdevista.hacklab.com.br), um software que cria mapeamentos para sites. "Eles não servem mais para só marcar rios, relevos ou fronteiras. O indivíduo pode construir ali a sua visão do mundo."

Gustavo Faleiros e Juliana Mori criaram o site Mapas Coletivos (mapascoletivos.com.br), com diversos exemplos que tratam da qualidade de vida na cidade. Faleiros chama de "geografia pessoal" e de "mapas afetivos" esse fenômeno que, segundo ele, muda a percepção das pessoas sobre a cidade.

O interesse pelos mapas acompanha outra mudança no comportamento online do brasileiro. Segundo o Google, o acesso a sua ferramenta de mapas é mais expressivo nos smartphones, usados por mais da metade dos usuários.

Carros no 'Estado'.

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