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Servidores municipais de SP mantêm greve; manifestante fica ferida em ato

Funcionários públicos protestam contra mudança em previdência aprovada no fim do ano passado. Agressão a servidora será investigada

Redação, O Estado de S.Paulo

07 de fevereiro de 2019 | 21h42

SÃO PAULO - Os servidores municipais de São Paulo decidiram nesta quinta-feira, 7, manter a greve iniciada no início desta semana. Os funcionários protestam contra as mudanças na previdência municipal, aprovada no fim de dezembro, que aumentou o porcentual de contribuição. Uma manifestação realizada por diferentes categorias na região central de São Paulo terminou com uma integrante do ato ferida após uma ação policial. 

O Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal (Sinpeem) informou que uma nova assembleia foi marcada para o dia 13 de fevereiro em frente à Prefeitura, no Viaduto do Chá. Além da previdência, os servidores pedem valorização e "revisão geral salarial de 10% para os servidores ativos, aposentados e pensionistas". Segundo eles, isso poria fim à política "de reajuste adotada pela Prefeitura nos últimos anos de conceder ao funcionalismo reajuste de 0,01%".

Um vídeo gravado por manifestantes mostra o momento em que um grupo de policiais atua sobre uma confusão formada por servidores e usam cassetetes, atingindo algumas pessoas. Uma mulher ficou ferida no rosto, com sangramento. A Polícia Militar disse ter instaurado uma investigação para apurar as circunstâncias.  "A PM orienta as pessoas que tiverem qualquer tipo de queixa ou denúncia a comparecerem ao Plantão de Polícia Judiciária Militar, na Rua Vergueiro, 363, para auxiliarem a apuração."

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