Serviços básicos mal feitos

SUBPREFEITURA CASA VERDE

O Estado de S.Paulo

27 Abril 2012 | 03h03

Gostaria de levar a conhecimento dos cidadãos paulistanos o total desrespeito da Prefeitura e da Subprefeitura Casa Verde com os cidadãos. No dia 22/3 abri um protocolo para capinação da grama nas calçadas, que já não era realizada desde dezembro de 2011. Moro em uma casa de esquina de uma rua movimentada (Rua José de Oliveira com a Rua Ari Barroso) e, por causa da grande quantidade de mato na calçada, as pessoas tinham de caminhar pela rua. Por causa do mato, havia ainda grande proliferação de lixo e bichos. Como se passaram 15 dias sem que o serviço fosse feito pela Prefeitura, contratei um jardineiro, em 3/4. Para minha surpresa, finalmente, no dia 10/4, os funcionários da Prefeitura vieram capinar a grama das demais calçadas. O problema é que eles despejaram todo o mato retirado na minha calçada. Eles não retornaram nem no dia seguinte! Para piorar, a cada dia objetos inusitados são jogados em cima do mato que foi largado ali. Vale lembrar que a Subprefeitura Casa Verde é recordista em abertura de chamados para a operação tapa-buraco.

LIVIA COSTA ORKENYI / SÃO PAULO

Em atenção à reclamação da sra Livia, a Subprefeitura Casa Verde informa que realizou a limpeza da calçada que fica na esquina das Ruas José de Oliveira e Ari Barroso, no dia 19/4. Vale lembrar que o cidadão pode registrar solicitações e reclamações pelo telefone 156, pelo site http://sac.prefeitura.sp.gov.br ou na Praça de Atendimento da Subprefeitura de sua região.

A leitora confirma: O mato, entulho e lixo foram finalmente retirados no dia 19/04.

PARQUE DA ACLIMAÇÃO

Insegurança à noite

O Parque da Aclimação apresenta problemas que se arrastam há anos e outros sérios, principalmente na área de segurança. Desde o início do ano, o horário de fechamento passou das 20 para as 22 horas. Os 6 vigilantes da empresa terceirizada que prestam serviços durante o dia são substituídos por apenas 3, às 19 horas. No dia 24/3, houve até um assalto no local. Só a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, responsável pela contratação dos serviços e definição do número de seguranças necessários, não percebe a gravidade da questão. Outros problemas são: a interdição há 4 anos de um dos sanitários masculinos atrás da concha acústica, assim como o dos deficientes; lâmpadas queimadas há meses; e a falta de reparo do bebedouro.

RICARDO L. CARMO / SÃO PAULO

A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente informa que o serviço de zeladoria dos banheiros, manutenção de áreas verdes é feito diariamente. Os bebedouros do parque estão funcionando. Com relação aos banheiros, só um vaso sanitário está interditado. O material para viabilizar o conserto já está sendo providenciado, assim como a troca das lâmpadas. Esclarece que o Parque possui o serviço de vigilância patrimonial contratada que garante a segurança dos usuários. Em caso de ocorrência grave a vigilância aciona a Guarda Civil Metropolitana ou a Polícia Militar (PM).

O leitor reclama: Está tudo do mesmo jeito. Nada mudou.

REGRAS DA TAM

Atraso x cancelamento

No dia 19/3, em razão do congestionamento no trânsito da capital, perdi o voo da TAM das 17h29 para o Rio de Janeiro, pelo qual paguei R$ 848 por trecho. Tentei embarcar no seguinte, mas a TAM informou que só havia o voo das 19 horas. Paguei mais R$ 150 de multa e R$ 30 de taxa de serviço pelo atraso. Na volta, Rio-São Paulo, em 22/3, levantei às 5 horas, pois tinha reserva para o voo das 7h45. No Aeroporto Santos-Dumont fui informado de que o voo fora cancelado e que eu teria de esperar pelo voo das 8h15. Constatei então que, na TAM, há dois pesos e duas medidas: só o cliente fica com o prejuízo.

ALOYSIO ASSUMPÇÃO FOZ

/ SÃO PAULO

A TAM, por meio do Fale com o Presidente, serviço de atendimento ao cliente, diz que entrou em contato por e-mail com o sr. Foz para informá-lo de que a cobrança de taxa de remarcação ocorre somente para tarifas promocionais, sendo uma condição do tipo de tarifa. O cancelamento do voo citado ocorreu em razão de um imprevisto técnico com a aeronave, que precisou passar por uma manutenção não programada. Na ocasião, a equipe providenciou a acomodação no voo seguinte.

O leitor avalia: A TAM considera a tarifa paga por mim promocional? A GOL cobrava um pouco mais de R$ 200 por trecho. O problema continua mal resolvido, pois a empresa não oferece nenhuma compensação ao passageiro quando o voo é cancelado por ela.

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