Serviço errado e descaso

TELEFÔNICA/VIVO

O Estado de S.Paulo

07 Agosto 2012 | 03h03

Em 23 de junho pedi a transferência de endereço de uma linha telefônica. A Telefônica/Vivo protocolou o pedido, mas, como já ocorreu em ocasiões anteriores, nada foi feito. Tempos depois recebi a informação de que tinham transferido uma outra linha, não a que eu solicitara. Ou seja, eu peço para transferir uma linha e a Telefônica/Vivo não só demora mais que o tempo prometido, como transfere a linha errada! Resumo: agora estou sem poder utilizar as duas linhas. Acredito que estamos sendo vítimas de uma concessionária imprestável, cujo "sistema" nunca contém os dados que o cliente solicitou, sem contar os funcionários mal informados e com a costumeira letargia inoperante. Coitado desse tal sistema. Leva a culpa pela incompetência da Telefônica/Vivo. Já estou há mais de 40 dias sem telefone e internet.

PATRICIA MORISISTA FAIRBANKS / SÃO PAULO

A Telefônica/Vivo não respondeu.

A leitora reclama: Já estamos no início de agosto e o problema ainda não foi resolvido pela Telefônica/Vivo. Além de estar com a linha de telefone desligada, "passeando" por São Paulo, o serviço Speedy também foi desativado. E todas as contas estão em dia, mesmo sem eu ter utilizado os serviços disponíveis. A Telefônica/Vivo tem feito confusão em cima de confusão, denotando patente desorganização e uma tremenda falta de foco nos consumidores e clientes. Não são esses os serviços anunciados pela empresa na mídia, o que caracteriza propaganda enganosa!

RUA TABAPUÃ

Caminhões na via

Gostaria de saber por que o tráfego de caminhões pesados e ônibus foi liberado das 21 horas até depois da meia-noite e das 5 às 7 horas na Rua Tabapuã, entrando pela Marginal do Pinheiros e Ponte Cidade Jardim, uma área residencial. O tráfego pesado, nessa via, tinha sido proibido. Entendo que há a liberação do tráfego de caminhões na Marginal do Pinheiros após as 21 horas, mas eles poderiam entrar diretamente para a Avenida Cidade Jardim ou para a Avenida Juscelino Kubitschek. Também há tráfego pesado na Rua Brigadeiro Haroldo Veloso, via igualmente residencial. O barulho à noite e a poluição são insuportáveis.

JOHN EDUARDO GUALBERTO

/ SÃO PAULO

A CET esclarece que as Ruas Tabapuã e Brigadeiro Haroldo Veloso estão inseridas na Zona de Máxima Restrição de Circulação de Caminhões, área que concentra os principais núcleos de comércio e serviço e por ela os caminhões só podem trafegar das 21 às 5 horas, de segunda a sexta-feira, e até as 10 horas e a partir das 14 horas, aos sábados.

O leitor critica: Volto a perguntar o porquê do tráfego pesado em zona estritamente residencial. Os horários citados, convenhamos, não são de pico nas avenidas mencionadas (Faria Lima e Juscelino Kubitschek). A resposta é esdrúxula, descabida, sem nexo.

MOOCA

Barulho à noite

A Subprefeitura Mooca age com descaso em relação a uma reclamação contra a empresa ArtCenter (Rua Dias Leme, 76, 106, 174 e 489). O barulho depois das 22 horas desrespeita a Lei do Silêncio e o Programa de Silêncio Urbano (Psiu). Já pedi providências até para a Polícia Militar, mas nada foi feito.

DANNY ARENDT / SÃO PAULO

A Subprefeitura Mooca diz que realizou vistoria no estabelecimento e foi iniciada ação fiscal, com auto de intimação e multa de R$ 1.636 por falta de alvará de funcionamento. O proprietário tem cinco dias para apresentar a documentação sob o risco de novas autuações e sanções administrativas.

O leitor reclama: O barulho à noite continua.

SERASA EXPERIAN

Crédito não foi liberado

Em 20/6 adquirimos crédito de R$ 100 da Serasa Experian, mas, passado um mês, ainda não conseguimos usá-lo. Apesar de inúmeras e desgastantes reclamações via telefone, não pudemos fazer uso do serviço nem logramos êxito na devolução do dinheiro.

RAFAEL BROTERO / SÃO PAULO

A Serasa Experian diz que a

questão foi resolvida.

O leitor comenta: O caso foi solucionado somente após a intervenção da Coluna, ou seja, 37 dias após a compra do serviço.

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