Serviço bloqueado sem aviso

SEM PARAR/VIA FÁCIL

O Estado de S.Paulo

15 de agosto de 2012 | 03h04

Ao retornar de uma viagem, num domingo, 22/7, a cancela do Sem Parar do primeiro pedágio não abriu - meu aparelho (tag) tinha sido bloqueado. Como eu só levava cartão de crédito, tive de passar nos pedágios sem pagar, pois não há mais caixas eletrônicos nas estradas. Ao chegar em São Paulo, fiquei sabendo que o cartão de crédito American Express não pagara uma fatura de R$ 60 do serviço. Para evitar problemas, informei outro cartão de crédito ao Sem Parar, e a empresa só conseguiu aval da operadora uns 15 dias depois do ocorrido e eu somente soube do fato ao ir a uma cabine Sem Parar, na Rodovia dos Imigrantes. Isso é que é uma prestadora de serviços espetacular!

ENRICO MORACCHIOLI / SÃO PAULO

O Sem Parar/Via Fácil esclarece que a forma de pagamento escolhida pelo cliente era cartão de crédito e que em julho foram enviados 3 lançamentos, porém ocorreu a devolução pela administradora do cartão. Diante da impossibilidade da liquidação dos débitos pendentes ocorreu o bloqueio do tag, conforme condições descritas no contrato de adesão ao sistema Sem Parar/Via Fácil. Uma carta de comunicação foi enviada ao cliente. O sr. Moracchioli solicitou alteração dos dados bancários, o que permitiu a liquidação das faturas e o desbloqueio do aparelho.

O leitor avalia: O Sem Parar enviou uma carta, que chegou pelo correio duas semanas depois do bloqueio! A empresa

tem meu telefone celular e meu e-mail, portanto bastava me informar o que estava acontecendo para eu sanar de imediato o problema. Assim, não aceito a explicação da empresa, tamanho o descaso com o cliente! Ninguém é marginal para lesar

o Sem Parar.

SANTO ANDRÉ

UBS em estado precário

Em junho relatei o estado de abandono da Unidade Básica de Saúde Centrevile, em Santo André - a unidade tem instalações precárias e atendimento ruim, com médicos que mal examinam o paciente. Na ocasião, a Prefeitura de Santo André informou que a unidade estava em obras e que estavam sendo executados serviços no telhado. De acordo com o cronograma apresentado pela Prefeitura de Santo André, as obras tinham começado em 19 de junho. Pois bem, já estamos em agosto e a situação continua a mesma.

IVAN M. VIANA / SANTO ANDRÉ

A Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria da Saúde, diz que realiza, neste momento, obras na Unidade Básica de Saúde Centrevile. Está sendo feita manutenção no telhado, que inclui substituição de telhas e calhas, entre outras ações. O espaço também receberá serviços de alvenaria, elétrica, hidráulica e pintura. Após essa fase, uma equipe da secretaria dará início à manutenção interna da unidade.

O leitor relata: Se estão fazendo alguma reforma no local, nem os funcionários têm visto. Além disso, o atendimento prestado pelos médicos continua ruim. Mais uma vez, a resposta é evasiva.

LAN

Atraso e desorganização

Viajei pela LAN com uma amiga e a experiência foi desastrosa. Foram quase duas horas de atraso num voo que sairia da Ilha de Páscoa, por causa de problemas técnicos na aeronave. Em outro voo, três horas de atraso por causa de outra falha, esta, aparentemente, mais grave, pois tivemos de mudar de aeronave. Além do desrespeito com os horários, nossos assentos, reservados com antecedência, foram remanejados e fomos realocadas aleatoriamente, em assentos separados. E não houve nenhum tipo de compensação. Foi servido apenas um lanche a bordo para quem estava no aeroporto desde o meio-dia e chegou a São Paulo após as 21 horas!

MARIA THEREZA DE B. FRANÇA

/ SÃO PAULO

A LAN informa que o voo (rota Santiago/Ilha de Páscoa/Papeete) sofreu atraso de 3h50 por causa de condições meteorológicas adversas no aeroporto de Ilha de Páscoa, no dia anterior. As operações de pouso e decolagem foram afetadas, provocando alteração de horário. No voo LA 754 de 22/7 houve manutenção na aeronave por causa de falha das luzes de emergência. O problema não pôde ser solucionado e, para proporcionar segurança a todos, foi feita a troca de aeronave, o que provocou atraso de 3h20. Ressalta que, nos períodos dos atrasos, não houve tempo hábil para a companhia oferecer alimentação aos passageiros.

A leitora reclama: De quatro voos que fizemos, três atrasaram. Na ida nos foi dado um vale-refeição; por que não fizeram o mesmo no voo da volta? 3h20 não é tempo suficiente? Quanto à mudança dos assentos, por que realocar duas senhoras que já estavam acomodadas para instalar um jovem casal?

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