Sem ter a quem recorrer

TAM NÃO PRESTA ASSISTÊNCIA APÓS CANCELAMENTO

O Estado de S.Paulo

31 Outubro 2012 | 02h06

No dia 7 de setembro, meu marido e eu tínhamos uma viagem agendada de Paris para Madri com a Lufthansa, cuja passagem tinha sido comprada com pontos pela TAM, no Brasil. Na noite do dia anterior, ligamos para confirmar o voo e descobrimos que a Lufthansa estava em greve e cancelara o nosso voo. Em Paris, não tínhamos nenhum telefone de contato com a TAM, tivemos de ligar para o Brasil (já era mais de meia-noite) para a minha mãe entrar em contato com a companhia aérea. O atendente da TAM confirmou o cancelamento e disse que não havia outro voo para nos colocar e que deveríamos continuar a ligar até conseguir um - algo inviável! Compramos uma passagem da Ibéria, pois tínhamos de estar em Madri no dia 8, para um cruzeiro. Ao retornar ao Brasil, entramos em contato com a TAM (25/9), que pediu 10 dias úteis para responder. Mas, passado o prazo, não obtive resposta. Minha solicitação é que a TAM devolva os 20 mil pontos, mais as taxas pagas pelo trecho Paris/Madri (cancelado pela Lufthansa) e nos reembolse o valor ( 250).

CÁSSIA CARDOSO PIRES / SÃO PAULO

A TAM, por meio do Fale com o Presidente, serviço de atendimento ao cliente, entrou em contato por e-mail com a sra. Cássia para informá-la de que aguarda informações da companhia parceira para o prosseguimento da análise e conclusão de seu processo. A cliente pode acompanhar o andamento do seu caso no site www.tam.com.br, informando o número do protocolo.

A leitora: Meu problema continua sem solução. Primeiro, não recebi e-mail nenhum. Segundo, não acredito que a TAM precise de mais de um mês para resolver uma questão tão banal.

SERRA DA CANTAREIRA

Speedy não funciona

Como já reclamei no começo do ano, os serviços prestados pela Telefônica/Vivo na Serra da Cantareira simplesmente não funcionam. Praticamente toda semana temos algum tipo de problema com o Speedy - o sinal de internet é instável e cai toda hora - ou com o telefone fixo. E o que é pior: não há previsão de melhorias. Continuo registrando reclamações na empresa e na Anatel, mas eles nem sequer me retornam. Quanta precariedade!

GILBERTO MAGALHÃES JÚNIOR

/ MAIRIPORÃ

A Telefônica/Vivo informa que, no momento, não há previsão de novos projetos para a localidade. Esclarece que está realizando obras de modernização na rede e espera que a região seja incluída no plano de melhoria.

O leitor reclama: Engraçado que eles não têm previsão de investimento na região, mas não param de fazer propaganda da "excelência" de seus produtos. E ainda cobram caro por um péssimo serviço.

WEBJET

Site não aceita créditos

Clientes da Webjet conseguem realizar todas as operações (compra de bilhetes, remarcações, cancelamentos) pelo site da companhia. Ocorre que algumas remarcações de bilhetes resultam em créditos para os clientes, mas não é possível usá-los no site. Questionei e disseram que tais créditos só podem ser usados nas lojas da companhia ou via telefone. O problema é que, ao efetuar a compra de passagens na loja ou por telefone, o cliente é obrigado a pagar R$ 40 por bilhete ou 10% do valor da passagem. Como se pode notar, trata-se de uma prática desleal, lesiva e desonesta.

SERGIO SALOMÃO / SÃO PAULO

A Webjet diz que o cliente pode efetuar a solicitação do crédito que possui por meio do e-mail falecom@webjet.com.br. Feito isso, será providenciado o estorno integral e, assim, o leitor poderá efetuar nova compra no site.

O leitor relata: A Webjet, apesar das minhas várias cobranças pelo e-mail informado, ainda não se manifestou.

HOSPITAL DE GUAIANASES

A falta de médicos continua

Reforço uma queixa que fiz à Coluna em maio sobre o Hospital Geral de Guaianases. Na ocasião, reclamei da falta de médicos ortopedistas nos plantões de fim de semana, um absurdo! Na época, o hospital informou que contava com um quadro de 15 médicos de diversas especialidades no setor de emergência. Afirmou que, como em qualquer pronto-socorro, dava prioridade aos casos mais graves e urgentes. Por fim, disse que 12 ortopedistas seriam integrados ao corpo clínico da unidade para reforçar o atendimento. Pois bem, no último domingo pude constatar que o problema da falta de médicos continua! A população permanece desassistida!

FLÁVIO BOSCO / SÃO PAULO

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