Sem sinal de telefone

EMBRATEL/CLARO FIXO

O Estado de S.Paulo

15 Setembro 2012 | 03h03

Já fiz várias reclamações na Embratel e na Anatel sobre minha linha telefônica (Claro Fixo), que simplesmente não recebe chamadas. Embora eu resida no Butantã, a Embratel atribui o mau funcionamento da linha a uma "dificuldade" de sinal na região. Bem, se em plena zona oeste de São Paulo o sinal não é satisfatório, acho melhor a Embratel mudar de ramo. E eles ainda dizem que eu tenho a opção de cancelar o serviço! Ora, se existe problema de sinal na minha região ou em qualquer outra, eles não deveriam nem ter instalado a linha.

ROBERTO LAGE COSTA JUNIOR / SÃO PAULO

A Claro Fixo informa que identificou insuficiência de sinal no endereço de instalação. Diante disso, o cliente pode optar por cancelar o serviço ou permanecer com a linha dentro das condições atuais.

O leitor reclama: Eis a resposta que recebo da prestadora. Como pode uma empresa de telefonia fixa instalar uma linha onde não deveria fazê-lo? O mínimo que se espera é que eles saibam até onde o sinal chega (ou não) e de que maneira chega. O pior é a desculpa que me deram para o serviço de má qualidade: "Mudanças na condição da propagação dos sinais de rádio causadas, por exemplo, pela construção de novos edifícios, dentre outros, podem contribuir para a degradação da qualidade do sinal". Ora, numa cidade como São Paulo, repleta de edifícios e interferências das mais variadas, não seria obrigação da operadora investir em novas antenas e tecnologia para manter a qualidade de seus serviços? A empresa prefere se livrar do cliente a solucionar o problema.

CARAGUATATUBA

Obra abandonada no litoral

Tenho uma casa em Massaguaçu, Caraguatatuba, e, recentemente, a rua onde fica o imóvel (Rua Sebastiana Felicia de Oliveira) foi asfaltada e foi iniciada uma série de melhorias em relação à captação de águas pluviais. No entanto, esses serviços de captação de água foram abandonados, num claro desperdício de verbas da prefeitura de Caraguatatuba e da Sabesp. Além disso, quando a estação chuvosa começar, estaremos à mercê de alagamentos e do solapamento do asfalto.

ALVARO OLIVEIRA / SÃO PAULO

A prefeitura de Caraguatatuba, por meio da Secretaria de Serviços Públicos, diz que falta apenas instalar a tampa da caixa de captação de águas pluviais. A tampa, de concreto, tem um tempo para secagem de 15 dias, antes de ser instalada. Informa que a colocação da tampa será feita o mais rápido possível.

A Sabesp esclarece que no local citado não há intervenção da companhia. Trata-se de obras em galerias de águas pluviais de competência da prefeitura.

O leitor questiona: A resposta da Sabesp é falha, pois há um "corte" no asfalto próximo ao n.º 300 da rua. Esse "corte", que atinge toda a largura da via, é de ligação de água e está largado.

EXPRESSO TURÍSTICO

Ingresso só por pacote?

Em 24/8 fui à Estação Luz comprar ingressos para o passeio Expresso Turístico, com destino a Paranapiacaba. Pedi informação e me indicaram um balcão do passeio. No entanto, esse balcão era o guichê de uma empresa de turismo (Rizzatour), que só vendia pacotes. Disse que queria comprar passagens avulsas e me indicaram o balcão da CPTM, que, não sei por que, fica escondido. Pedi os bilhetes e a atendente disse que não havia data disponível até 21/10 - a única opção era a Rizzatour, que compra a maioria dos bilhetes e a revende em pacotes pelo triplo do preço. Senti-me refém desse monopólio e não fiz o passeio. Uma pena!

CARLOS M. GOMES / SÃO PAULO

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) esclarece que a agência Rizzatour venceu licitação para instalar quiosque na Estação Luz e comercializar roteiros do Expresso Turístico. As agências que realizam turismo receptivo nas cidades vendem seus pacotes normalmente associados ao transporte rodoviário. Para quem deseja viajar pelo Expresso Turístico, essas agências providenciam passagens na Estação Luz, na mesma bilheteria que outros interessados. O embarque só é possível com a apresentação do bilhete, no qual consta o valor pago. Assim, o valor do roteiro complementar não se confunde com o preço da passagem do trem. A Rizzatour deve se dirigir à bilheteria para comprar as passagens para seus clientes. Não há reserva de lugares.

O leitor reclama: Por que a CPTM não tinha passagens até 21/10 e a Rizzatour tinha para todos os fins de semana? O fato de a empresa pagar para ter um balcão no local lhe dá ou não o direito de reservar passagens?

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