Sem acordo, greve de servidores do Judiciário de SP continua

TJ propôs encaminhar um projeto de lei com reajuste de 4,77% para a Assembleia Legislativa, além de incluir na proposta orçamentária de 2011 a reposição salarial de 20,16%

Priscila Trindade, do estadão.com.br

17 de junho de 2010 | 18h58

SÃO PAULO - Os servidores do Judiciário paulista decidiram manter a greve da categoria após uma audiência de conciliação na manhã desta quinta-feira, 17, no Fórum João Mendes Júnior. A greve dos servidores começou no dia 28 de abril.

 

Participaram da audiência representantes da classe, do Tribunal de Justiça, do Ministério Público, do Poder Executivo. Durante o período da reunião - entre 10 e 12 horas - o TJ propôs encaminhar um projeto de lei com o reajuste de 4,77% para a Assembleia Legislativa, além de incluir na proposta orçamentária de 2011, a reposição salarial de 20,16% exigida pelos profissionais.

 

Na quarta-feira, 23, os grevistas farão outra assembleia para decidir sobre a paralisação na Praça João Mendes, no centro da cidade, às 14 horas. Ontem, os servidores fizeram uma passeata na região central da capital.

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