Segurança exige investimentos de R$ 2,7 milhões

Os parques ainda nem foram abertos, mas já consumiram R$ 2,7 milhões em serviços de segurança terceirizados.

Renato Machado e Rodrigo Burgarelli, O Estado de S.Paulo

24 de maio de 2011 | 00h00

A medida foi tomada assim que os primeiros roubos de cercas e atos de vandalismo foram identificados. O contrato tem duração de 8 meses e, segundo a Dersa, deverá ser suficiente para tomar conta da área até que o repasse das unidades para as prefeituras municipais seja concluído. Ele inclui postos fixos de vigilância nos parques e serviço motorizado (com motos e carros). Quatro agentes por turno trabalham em cada parque.

A Dersa informou que ainda não foi possível estimar os prejuízos financeiros com as ações dos vândalos. "Os custos estão sendo apurados por meio de levantamentos "in loco"."

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