Segurança de voo supera garantia individual, diz OAB

O uso do novo equipamento não pode ser considerado uma violação da intimidade, segundo o procurador-geral da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio (OAB-RJ), Ronaldo Cramer.

, O Estado de S.Paulo

07 de maio de 2010 | 00h00

"A segurança do voo e do aeroporto é uma questão de interesse público, que supera a garantia da intimidade", afirma o advogado. Na visão dele, uma vez que substitui métodos tradicionais, como a revista por apalpamento e buscas que obrigam o suspeito a se despir, o equipamento pode ser avaliado como menos invasivo. "Trata-se de uma medida menos constrangedora do que as que estão em vigor", diz Cramer.

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