Secretário garante que restrição a caminhões em SP não sofrerá mudança

Marcelo Cardinale Branco disse que restrição a caminhões na Marginal do Tietê não afetou de forma significativa o trabalho da categoria

estadão.com.br, texto atualizado às 18h34

07 Março 2012 | 17h55

SÃO PAULO - O secretário municipal dos Transportes, Marcelo Cardinale Branco, disse em entrevista à rádio Estadão ESPN, nesta quarta-feira, 7, que a restrição a caminhões na Marginal do Tietê, implantada no último dia 5, não afetou de forma significativa o trabalho dos distribuidores de combustíveis.

"Produtos perigosos, e o combustível é considerado produto perigo, tinha regra de entrega já diferenciada das demais categorias. A circulação na Marginal do Tietê já não podia ser feita nos dois horários de pico, das 5 até as 10 e das 17 às 21h", disse.

Segundo Branco, a mesa de negociações com as categorias voltadas a entregas ouviu sugestões durante 60 dias antes de determinar a implantação da restrição. "Essa restrição já contemplou essas alterações e uma delas é para carga geral. Nós aumentamos em três horas a possibilidade de circulação na Marginal do Tietê. A restrição era maior, nós optamos por restringir um pouco menos e deixar oito horas de entrega durante o dia."

O secretario informou que a medida será revista apenas em casos pontuais por uma comissão. De acordo com Branco, nenhum pedido de ajuste foi feito após a implantação das novas regras, nem dos transportadores de combustíveis. "A restrição está implantada e deve permanecer dessa forma", ressaltou.

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