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Secretário diz que não dá privilégios

O secretário de Saúde do Maranhão, Ricardo Murad, rebate a acusação de que privilegia Coroatá na distribuição de verbas. Ele diz que a escolha da cidade para abrigar um dos cinco hospitais macrorregionais previstos no programa "Saúde é vida" do governo estadual ocorreu antes de sua mulher, Maria Teresa Trovão Murad, assumir a prefeitura. O secretário disse que entregará até o final de 2014 unidades do mesmo porte em Caxias, Santa Inês, Pinheiro e Imperatriz. O programa prevê 72 novos hospitais de diferentes tamanhos. A meta é gastar R$ 1 milhão. Deste total, metade já teria sido executada.

SÃO LUÍS, O Estado de S.Paulo

04 de agosto de 2013 | 02h12

Ele diz que não retirou equipamentos do "Socorrão" para montar o hospital de Coroatá, como reclamam moradores. Murad afirma que tomógrafos alugados pelo governo anterior foram devolvidos, daí o surgimento das queixas, e máquinas novas, compradas.

O secretário avalia que a criação de 92 municípios no Estado nos anos 1990 é um dos motivos da presença de cidades maranhenses na lista de menor renda per capita. Para Murad, o dinheiro de combate à pobreza foi repartido com obras de instalação de câmaras e prefeituras. Ele isenta o senador José Sarney (PMDB-AP) pelos dramas sociais e culpa a própria classe política. "É fácil responsabilizar uma figura que foi presidente da República", diz. Ao comentar sobre o uso de helicópteros, ele avalia que os gastos não são elevados. "Não considero alto. Sem o uso de aeronaves, é inviável, é impossível", afirma. / L.N.

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