Hélvio Romero/AE
Hélvio Romero/AE

Secretário da Força reconhece que não adesão de ônibus e metrô enfraqueceu movimento em SP

Para Juruna, no entanto, objetivo foi alcançado: 'O que queríamos era fazer a mobilização e chamar a atenção. E isso nós conseguimos'

Carla Araújo, Agência Estado

11 de julho de 2013 | 12h48

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, reconheceu na manhã desta quinta-feira, 11, ao Broadcast Político que a ausência de categorias de peso, como motoristas de ônibus e metroviários, que não pararam suas atividades na capital paulistana, enfraqueceu o Dia Nacional de Luta. Ele destacou, no entanto, que a central está satisfeita com as manifestações.

Para Juruna, o objetivo principal do movimento foi atendido: "O que queríamos era fazer a mobilização e chamar a atenção. E isso nós conseguimos", emendou. Questionado se a adesão não estaria aquém das expectativas, ele rebateu afirmando que a "Força conseguiu fazer ações em todos os bairros da capital paulista e em diversas cidades do Pais".

O sindicalista não falou sobre o número de pessoas que as centrais esperavam reunir no ato da Avenida Paulista, que acontece neste momento. Pelas projeções da Polícia Militar, cerca de 2 mil pessoas estão presentes, neste momento, no ato. Até as 12h30, os presidentes das principais centrais sindicais não haviam chegado à Avenida Paulista para participar do ato.

Cidade vazia. Ao meio-dia, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego, a cidade de São Paulo registrou apenas 15 quilômetros de congestionamento. A média no horário para as quintas-feiras de julho é de 70 quilômetros, segundo a CET. Colaborou Bruno Ribeiro

 

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