'Se você não marca horário antes, fica quase impossível'

Para os usuários, também não faltam reclamações. A reportagem testou quatro cooperativas de táxi e vários pontos de rua diferentes em duas noites - no sábado, dia 3 de dezembro, e na quinta-feira, dia 8. O pedido de espera mínima foi de 25 minutos. Às 3h do domingo, dia 4, a reportagem telefonou para cinco pontos de rua na região do Itaim-Bibi, na zona sul, e ninguém atendeu. Já uma cooperativa pediu "pelo menos uma hora" para conseguir um táxi, enquanto outra afirmou que não sabia quando teria uma unidade disponível.

O Estado de S.Paulo

17 Dezembro 2011 | 03h03

"Se você não ligar muito antes e marcar um horário, é quase impossível conseguir um carro", diz a fotógrafa Vânia Toledo, que só anda de táxi. "Tem jantar em que eu ou minhas amigas não conseguimos ir por falta de táxi."

Para a estudante Carolina Guedes, de 25 anos, a falta de opções traz problemas ainda para quem quer fugir de blitze da lei seca. "Usar táxi de madrugada é cada vez mais questão de sorte."

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.