''Se SP fosse dança, seria uma tarantela''

São Paulo é talvez uma das poucas cidades do mundo onde, em plena quinta-feira, uma italiana que vive em Nova York ensina técnicas de terapia e cura com rituais folclóricos do sul da Itália. A moça em questão é a percussionista e dançarina Alessandra Belloni, que realizou nesta semana workshop no Centro de Estudos Universais nesta semana.

Rodrigo Burgarelli, O Estado de S.Paulo

29 Maio 2011 | 00h00

A terapeuta já esteve em São Paulo mais de dez vezes e diz que a cidade, apesar de frenética, é menos estressante que Nova York.

Beleza. "Já vim muitas vezes a São Paulo, sempre tocando e a trabalho. A minha primeira impressão não foi boa. Não gostei muito do lado estético. Mas gostei muito de tocar com músicos daqui. Com o tempo comecei a gostar cada vez mais, entrando na vida cultural e artística. Senti essa atmosfera de cidade rápida, muito parecida com Nova York. Agora, adoro São Paulo."

Favoritos. "Fui várias vezes aos Sescs, onde vi shows muito bons e em vários centros culturais. Gosto muito do bar Grazie a Dio, da Associação Cultural Cachuera! e do Centro Cultural Elenko KVA."

Definição. "O ritmo em São Paulo é frenético, mas menos estressante que Nova York. Acho que, se São Paulo fosse uma dança, seria uma dança rápida, como a tarantela e o samba!"

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