Saúde da Família é o segredo de Santa Catarina

Foco de programas é em crianças e idosos

JÚLIO CASTRO , ESPECIAL PARA O ESTADO , FLORIANÓPOLIS, O Estado de S.Paulo

03 de agosto de 2013 | 02h09

O Programa Saúde da Família, instituído no fim de 2009, e atingindo hoje 70% dos 295 municípios catarinenses, figura como a principal iniciativa pública para fazer de Santa Catarina o Estado com a maior expectativa de vida.

Além disso, Santa Catarina também tem a menor taxa de mortalidade infantil - 9,2 para 1 mil nascidos vivos. "São dois índices importantes. Temos de reconhecer, evidentemente, que chegamos a isso graças a um trabalho de longo prazo e com a participação de todos", disse o governador Raimundo Colombo (PSD).

Em 1999, no então governo de Esperidião Amin, o médico João José Cândido da Silva, atual secretário estadual de Assistência Social, implementou o Programa Saúde da Família, que consiste na atuação de uma equipe de seis a oito agentes e consultores atuantes em centenas de unidades. Originalmente, o projeto dá atenção especial à família, mas principalmente às mulheres. A gravidez, por exemplo, é acompanhada de perto até o nascimento da criança.

"O programa oferece cestas básicas às famílias mais carentes até que a criança complete 6 anos. Atacamos os pontos frágeis da vida: o nascimento e a velhice", resume Cândido da Silva. Há ainda o "hiperdia", programa de combate e prevenção à hipertensão arterial e ao diabete em pessoas com mais de 50 anos, e exames preventivos de câncer, controle e cobrança de vacinas.

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