Saudades da baixaria

Bom entendimento

TUTTY HUMOR, O Estado de S.Paulo

19 de setembro de 2012 | 03h03

Há três semanas treinando no Botafogo, Túlio Maravilha já está falando português com sotaque holandês igualzinho ao do Seedorf.

Bem-vinda à Papuda!

Varou a madrugada a festa no Presídio da Papuda depois que a Justiça revogou a proibição das visitas íntimas de Andressa Mendonça a Carlinhos Cachoeira. Saber que ela pode estar por perto já é motivo de satisfação entre os presos, que dão início hoje a uma espécie de lei do silêncio na carceragem pra ver se dá para ouvir alguma coisa.

Mal comparando

O primeiro aniversário do movimento Ocupe Wall Street juntou menos gente em NY do que o último protesto de passageiros de trem em SP.

Canhão

A mulher vestida de homem que cismou ser "marido" de Dilma Rousseff andou rondando o Palácio da Alvorada uma semana depois de tentar invadir o Palácio do Planalto. Comenta-se em Brasília que a personagem pode ser parte do arsenal de Marcos Valério contra figurões do PT. Será?

Desempregado do Ano

Felipão é sério candidato ao prêmio "Desempregado do Ano", lançado pela nova campanha da Benetton. O imperador Adriano perdeu a chance de concorrer ao assinar contrato com o Flamengo!

Queridinha

Por que diabos a família real britânica censurou o príncipe Harry pelo flagrante de seu traseiro em Las Vegas e tomou as dores de Kate Middleton pelas fotos de seu topless na Provença?

No tempo em que mediador de debate eleitoral tinha de tomar no grito a palavra de candidato falastrão, a gente era feliz e não sabia assistindo à Marília Gabriela, toda descabelada, tentando calar a boca do Brizola ou do Maluf à força.

A certa altura do "Encontro de Presidenciáveis" de 1989, ela suplicava "intervalo, por favor", aparteada pelos gritos de "filhote da ditadura" e "desequilibrado", com a plateia às gargalhadas.

Em um dos momentos mais ríspidos do debate de anteontem entre os candidatos a prefeito de São Paulo, Haddad chamou Serra de "deselegante". No que o tucano prontamente revidou: "A deselegância não é minha!"

O mediador Mario Sergio Conti, coitado, não precisou nem sequer interromper ninguém com o tradicional "seu tempo acabou": todos devolviam a bola ao jornalista antes até do prazo.

Tá certo que um minuto de tréplica para o Paulinho da Força é uma eternidade, mas, de uma maneira geral, o discurso vazio de sempre vem perdendo também o gosto pelo confronto.

Como ninguém vai ao ataque com medo de tomar bola nas costas, debate eleitoral no Brasil virou programa tão chato de se ver na TV quanto jogo da seleção. Hoje tem, né?!

Candidato universal

Pesquisa revela que 93% dos brasileiros votariam em Barack Obama se

pudessem. Os outros 7%, acredita-se, continuariam fiéis a Celso

Russomanno!

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