São Paulo terá 'Oktoberfest'. Só que em novembro

São Paulo receberá, pela primeira vez, a Oktoberfest, tradicional festa alemã que ocorre todos os anos em Blumenau, Santa Catarina. Aqui, porém, o evento será nos dias 23, 24 e 25 de novembro, no Parque Anhembi, zona norte.

MONIQUE ABRANTES, O Estado de S.Paulo

09 de agosto de 2012 | 07h43

O investimento será de R$ 8 milhões. A São Paulo Turismo (SPTuris) e o Centro de Turismo Alemão - órgão ligado ao governo da Alemanha - serão parceiros no evento. A intenção é que a festa integre o calendário oficial da cidade.

De acordo com a diretora de Operações da Tedesco Comunicação, empresa responsável pelo evento, Madelon Tedesco, a pluralidade de culturas reunidas em São Paulo foi o que motivou a criação da festa. "O nosso know-how na realização de outras Oktoberfests nos deu a clara noção da repercussão que o festival poderia ter aqui em São Paulo, uma cidade de muitas faces, com mais de 70 nacionalidades, dentre as quais os próprios alemães, que também contribuíram para a construção da capital."

O evento terá apresentações de música e danças típicas da região da Bavária, além da culinária alemã, como os salsichões, a coxa de peru, o lebkuchen, tradicional biscoito em forma de coração, e o pão bretzel, que virá direto de Munique. Segundo a organização da festa, a ideia é que, durante o dia, famílias possam aproveitar as opções de lazer. À noite, será realizada a Berlin Nacht, balada com apresentações de DJ's e bandas de música eletrônica alemã.

A expectativa é de que a festa reúna 100 mil pessoas em três dias. Os ingressos começam a ser vendidos na segunda-feira, pelo site do Ingresso Rápido. Os preços variam de R$ 120 (individual) a R$ 180 (familiar, com direito a 4 entradas de adultos e 1 de criança de até 12 anos). Bebidas e refeições serão pagas à parte.

Brooklin. Por ter sido fundado por alemães no século 19, o bairro do Brooklin, na zona sul, realiza há 18 anos a Brooklin Fest, que, assim como a Oktoberfest catarinense, celebra a cultura germânica pelas ruas da vizinhança. Atualmente, o bairro abriga a maior colônia alemã de São Paulo.

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