São Paulo Reclama

OBJETOS NA PISTA DA RODOVIA CASTELO BRANCO

, O Estado de S.Paulo

16 de setembro de 2011 | 00h00

Acidente e prejuízo

No dia 20/5, trafegava pela Rodovia Castelo Branco quando meu carro foi atingido por uma peça arremessada pelo pneu de uma carreta. Parei no acostamento e percebi que a pista estava cheia de pedaços de pneu. Fui à Casa do Usuário da concessionária, protocolei a queixa e pedi ressarcimento. Também registrei um Boletim de Ocorrência. Mas a concessionária afirma que não vai me ressarcir, pois nada de anormal foi percebido pelos seus funcionários no dia e no horário informados. Alega que a Polícia Rodoviária fiscaliza os veículos que trafegam pela rodovia e eles estavam em bom estado. Estou feliz por não ter morrido. A frente de meu carro ficou destruída! Onde ele foi atingido há câmeras, por que não as consultam?

EDSON ALVES DE MACEDO / CAJAMAR

A CCR ViaOeste responde que analisou o caso de forma criteriosa e o objeto citado não foi localizado. As viaturas da concessionária cumpriram o ciclo de inspeção, que é monitorar as vias com intervalos de no máximo 90 minutos. Ressalta que ocorrências relacionadas a objetos que caem na pista - e em curto espaço de tempo provocam incidentes - não se caracterizam como falha na prestação de serviço e negligência da concessionária, visto que confirma a passagem da viatura em tempo inferior ao exigido no contrato de concessão. Confirma que a solicitação de ressarcimento foi indeferida.

O leitor analisa: A alegação não é verdadeira. Mostrei o veículo a um funcionário do guincho da CCR e ele me orientou a proceder como fiz. Se alguém passar por uma situação parecida com a minha, deve chamar a concessionária ao local e tirar fotos, para que ela não se exima de sua responsabilidade.

ATUALIZAÇÃO DE DADOS

Dificuldades na CEF

Tenho um contrato habitacional da Caixa Econômica Federal e da Empresa Gestora de Ativos (CEF/Emgea) há 22 anos e faltam 8 anos para eu quitá-lo. Nesse período, mudei de endereço duas vezes e sempre informei à CEF. Na primeira mudança, não atualizaram o número do apartamento, mas a correspondência chegava. Na segunda, apesar de ter ido à CEF por quatro vezes e em agências diferentes com a documentação solicitada, o endereço permaneceu inalterado. Todos os meses tenho de ir ao meu antigo imóvel para buscar as faturas, abusando da paciência dos atuais moradores. Enviei e-mail à Ouvidoria, que me direcionou a ir a uma agência da instituição com os documentos para fazer a mudança de endereço. Ora, fazer isso pela quinta vez?

GILMAR DE MELLO PEREIRA /SÃO PAULO

A Caixa Econômica Federal esclarece que a alteração foi realizada, o sistema corporativo atualizado e a prestação de agosto será enviada no endereço informado.

O leitor comenta: Em agosto, fui obrigado a pegar a fatura no antigo endereço, porque a CEF alterou somente o número do apartamento. Em setembro, o número do antigo logradouro foi alterado, porém para 447 e não 477, que é o correto. Só recebi a fatura graças à boa vontade do carteiro!

BROOKLIN

Falta de luz constante

Moro na Rua Princesa Isabel, no Brooklin. Os moradores desse trecho sofrem com a falta de energia há vários anos. Com o aumento da população do bairro, os problemas só pioraram. Quando morava no centro da cidade, faltava luz só uma vez ao ano, aqui, no Brooklin, duas vezes por mês! Há menos de um mês, a AES Eletropaulo enviou um aviso pelos Correios para informar a falta de energia elétrica. A região ficou sem luz por dois sábados, 6 horas seguidas, porque, supostamente, estavam fazendo melhorias na rede. Fizeram o serviço, entretanto, nada mudou, já que a energia continua a faltar. Somos reféns da péssima qualidade desse prestador de serviço público. Os prejuízos de ficar sem energia são imensos. Parece que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) até aplica as multas, mas a empresa é muito rica e sai mais barato pagá-las do que resolver os inúmeros problemas.

RENATO FOGAÇA DE ALMEIDA / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que realizou 356 podas de árvores na região e que fará inspeções em toda a rede de energia elétrica da área para evitar interrupções.

O leitor critica: Essa resposta é absolutamente "pasteurizada". A energia elétrica continua a faltar, os moradores do Brooklin continuam sofrendo e nada é feito. Não sei mais como agir ou para quem reclamar. Acho que a melhor solução é comprar um gerador de energia elétrica a gasolina e instalá-lo na minha casa, porque depender da AES Eletropaulo é garantia de ficar na mão.

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