São Paulo Reclama

CPTM - TRANSTORNOS DIÁRIOS

, O Estado de S.Paulo

09 de setembro de 2011 | 00h00

À espera de providências

Por causa das reformas nos trens da CPTM, não consigo mais chegar a tempo para pegar o ônibus fretado na Estação Conceição para a Praia Grande. Saio do trabalho às 17h30, chego à Estação Piqueri às 17h40 e vou até a Estação da Luz onde faço baldeação para o Metrô. Apesar de o percurso demorar cerca de 12 minutos, já cheguei a ficar mais de 1 hora dentro do trem. Chego em casa, em Praia Grande, após as 21 horas, quando o normal, sem atraso, seria chegar às 19h50. A única informação da CPTM é de que está aguardando movimentação do trem à frente. Indignada, entrei em contato para questionar e responderam que estão fazendo várias obras para melhorar o sistema e, apesar dos desconfortos, elas são fundamentais para oferecer um serviço de qualidade para o crescente número de usuários. Ora, essa justificativa não cobre o prejuízo dos passageiros que perdem vários compromissos pelo atraso. Por que fazem essas obras em horário de pico? Escrevi para a CPTM que um simples "desculpem-nos os transtornos" não resolve os inúmeros problemas e a resposta foi: "Desculpem-nos os transtornos!" Espero providências da CPTM.

ELIANA L. DOS SANTOS / PRAIA GRANDE

A CPTM não respondeu.

A leitora diz: Em 9/8, uma funcionária da CPTM telefonou e disse que, a partir daquele dia, não haveria mais atrasos. Isso ocorreu só um dia. Escrevi à CPTM. Recebi outro telefonema e a justificativa foi de que a reforma não pode ser feita à noite, já que é o horário da manutenção dos trens. Para evitar atrasos, agora faço baldeação na Barra Funda e, depois, na Sé.

MEDICAMENTOS

Estoque para imprevistos

Todos os dias preciso tomar o medicamento Pegvisomant Somavertn injetável, da Pfizer, distribuído pela Secretaria de Estado da Saúde. Em 22/8 fui buscá-lo e fui informada de que estava em falta. Questionei a responsável e ela disse que o laboratório não tinha a matéria-prima e, por isso, não o estava fornecendo no prazo. Liguei para o Fale Pfizer e me foi dito que está sendo feito um ajuste no local de fabricação do medicamento. Perguntei o que isso significava e explicaram que estão mudando o local de fabricação e não há previsão de normalização do serviço.

ANA MARIA F. RIBEIRO ROCHA / SÃO PAULO

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo esclarece que o medicamento citado não faz parte da lista estabelecida pelo Ministério da Saúde para distribuição na rede pública. Explica que segue a lista do Ministério, mas atende a demandas judiciais. O laboratório fornecedor do medicamento entregou apenas 25% das 740 unidades compradas pela pasta. Diz que vem cobrando a empresa para que regularize a entrega o quanto antes, sob pena de multa por descumprimento de contrato.

A leitora informa: Retiro esse medicamento há muitos anos com mandado judicial. Acredito que a Secretaria da Saúde deveria manter um estoque para enfrentar essas contingências.

OUTEIRO DE PASSÁRGADA

Terra de ninguém?

Gostaria de saber sobre o cronograma de obras (iluminação, asfalto, limpeza, etc.) no bairro Outeiro de Passárgada, em Cotia. A Rua Malgaxe, no quilômetro 36 da Rodovia Raposo Tavares, está tão ruim que muitos motoristas utilizam a rua para praticar rali com os seus carros 4x4, pondo em risco a vida das pessoas. Nos primeiros metros da Rua Índia fizeram uma "maquiagem" no asfalto, mas os buracos estão voltando. Para piorar, a falta de segurança e de iluminação colaborou para o aumento de roubos e furtos, como também para o descarte de entulho em diversas ruas do bairro. Sinto-me numa terra de ninguém. Funcionários da prefeitura só aparecem no local em época de eleições.

SÉRGIO LUIZ PAVAN / SÃO PAULO

A prefeitura de Cotia não respondeu.

O leitor revela: O problema continua.

PREFEITURA PAULISTA

Descaso permanente

Quando o motorista para ou avança sobre a faixa de pedestres é multado, até por radares. E quando a Prefeitura não pinta as faixas no chão, como nas vias recém-recapeadas de Moema? Ou quando não instala a sinalização adequada como iluminação para uma travessia noturna. Para mim, isto é ainda pior que alguém parar sobre a faixa, pois, enquanto esta infração é temporária, o descaso da Prefeitura é permanente.

RENATO REA GOLDSCHMIDT / SÃO PAULO

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