São Paulo Reclama

QUANTIA FOI DEBITADA, MAS DINHEIRO NÃO SAIU

, O Estado de S.Paulo

08 de setembro de 2011 | 00h00

Prejuízo no caixa eletrônico

Gostaria de expressar minha indignação em relação ao serviço do Banco do Brasil, do qual, infelizmente, sou cliente. No dia 8/8, fui à agência situada na Avenida Santos-Dumont, no Jardim Cumbica, para sacar R$ 120. No caixa de autoatendimento apareceu uma mensagem de erro no dispositivo da contagem das cédulas e o dinheiro não saiu. Quando fui tentar realizar outro saque, constava que a quantia já havia sido debitada de minha conta. Telefonei para o 0800 do banco e a atendente solicitou o número do terminal onde ocorrera o problema. Após anotar os meus dados, a funcionária disse que eu teria de aguardar 5 dias úteis para a análise e a apuração do ocorrido. Ao questioná-la sobre a demora na resolução, ela somente respondeu que, após esse prazo, o parecer poderia ser positivo ou negativo. Fiquei sem o meu dinheiro e ainda corro o risco de não recebê-lo. Tenho testemunha, pois, antes disso acontecer, o terminal estava fazendo saques normalmente.

ANDERSON DAMATO / SÃO PAULO

O Banco do Brasil informa que o valor foi estornado na conta do cliente em 10/8. Na mesma data a agência de relacionamento do sr. Damato entrou em contato com ele, informando sobre a disponibilidade do valor.

O leitor revela: O problema foi solucionado, entretanto, não fiquei satisfeito. Sofri constrangimentos. Por causa da demora para receber o dinheiro, tive de atrasar o pagamento da mensalidade de minha faculdade. Portanto, perdi os 50% da bonificação que a empresa onde trabalho oferece para os seus colaboradores, ou seja, tive de pagar o valor integral.

APÓS ATROPELAMENTO

Rua continua perigosa

Moro na Rua Natingui, na Vila Madalena. Atualmente os moradores estão traumatizados por causa do atropelamento e morte de um jovem em julho, quando caminhava pela calçada. Muitos ainda trafegam em alta velocidade pela via e peço que a Prefeitura coloque um quebra-molas na altura do número 604. A via é muito estreita e muitos carros batem os retrovisores em quem anda pela calçada.

LUIZ FERNANDO KOWALCZUK / SÃO PAULO

A CET informa que a Rua Natingui no seu trecho mais estreito, entre as Ruas Ajurapeia e Delfina, já dispõe do referido dispositivo, acompanhado de placas que regulamentam a velocidade máxima permitida de 30 km/h. O pavimento dessa rua foi recapeado em meados de 2010, a pintura de solo foi refeita e, hoje, a sinalização horizontal está em boas condições. Salienta que elaborou um projeto para instalar novas placas de velocidade máxima ao longo da rua para reforçar a regulamentação existente.

O leitor ressalta: Gostei da informação, mas, mesmo já tendo um quebra-molas no local, acredito haver a necessidade de outro, para impedir que os motoristas trafeguem acima da velocidade permitida.

DESRESPEITO

Laudo absurdo do INSS

A Coluna Seus Direitos publicou, em 5/9, a via-crúcis do sr. Edilson Peroni Leonildo, de 41 anos, na sua passagem pelo INSS. Apesar de ter sofrido colostomia definitiva por causa de um câncer de reto e ter de usar bolsa de drenagem até o fim de seus dias, o médico perito do INSS o considerou apto para trabalhar. A decisão revela o atendimento desumano e vergonhoso do INSS. O pronunciamento do advogado Josué Rios, do Jornal da Tarde, em poucas palavras definiu o comportamento antiético e animalesco do perito, que, a meu ver não é apto profissionalmente a exercer a medicina.

ANGELO TONELLI / SÃO PAULO

TAXA DE REMARCAÇÃO

Cobrança abusiva

Comprei uma passagem da GOL para São Paulo. Paguei uma parte com as minhas milhas e a outra no meu cartão. Ao alterar a data do voo, a companhia cobrou R$ 100 de taxa, o que contraria a decisão da Justiça Federal de que, a partir de 25/8, as taxas de remarcação não podem ultrapassar 10% do valor do bilhete. A GOL, segundo a Justiça, deveria cobrar, neste caso, no máximo, R$ 31,70. Eu paguei , pois não tinha alternativa, mas espero que a Justiça faça valer a lei.

MARIA CRISTINA R. AZEVEDO / FLORIANÓPOLIS

A GOL informa que não obteve sucesso nas tentativas de contato com a cliente, mas deu os esclarecimentos por e-mail. As taxas de remarcação e cancelamento de passagem aplicadas estão de acordo com o que determina a legislação vigente e há informações no site da companhia.

A leitora desmente: Não recebi nenhum e-mail da GOL. A legislação vigente sobrepõe-se à decisão da Justiça federal?

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.