São Paulo Reclama

SAMU

, O Estado de S.Paulo

02 de setembro de 2011 | 00h00

Demora no atendimento

Noto que a cada dia mais são publicadas neste espaço reclamações sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Solicitei por duas vezes o serviço do Samu e nas duas oportunidades ele demorou. Na primeira, tratava-se de um atropelamento de ciclista e, na segunda, de uma pessoa com suspeita de ataque cardíaco. Conhecidos também confirmaram que esperaram mais de 1 hora para ser atendidos. Peço atenção, pois as pessoas não imaginam como a ambulância do Samu demora para chegar ao local do chamado. Se é uma emergência, a vítima simplesmente vai a óbito aguardando. Não posso deixar de elogiar o serviço da PM e dos Bombeiros, que sempre chegam antes do Samu, mas, de acordo com o 193, somente a PM pode solicitar o serviço dos Bombeiros.

FERNANDO BACCARI / SÃO PAULO

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo informa ter feito investimentos importantes para elevar a qualidade do atendimento do Samu a padrões internacionais. Com a incorporação de aparato tecnológico de ponta, houve redução no tempo médio de atendimento, nos casos mais graves, de 35 minutos, em 2004, para 16,5 minutos, em 2010. A SMS informa que a meta é atingir o padrão internacional de 10 minutos. Diariamente o 192 recebe em média 9 mil ligações, que geram cerca de 1.200 atendimentos diários. Em 2010, foi efetivada parceria entre o corpo de bombeiros e o Samu para a implementação da atividade delegada, na qual bombeiros já estão contribuindo na operação de 12 viaturas do Samu.

O leitor diz: A resposta não corresponde ao que ocorre no dia a dia da cidade.

PROFESSORES EM GREVE

Institutos federais

Sou aluno do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) e gostaria de poder estudar, mas tenho de me contentar com as aulas de alguns professores que não aderiram à greve. A reivindicação deles é justa. Infelizmente, o governo segue fazendo propaganda de que está inaugurando outras universidades federais. Por que não resolve antes os problemas das já existentes?

FÁBIO SOARES / SÃO PAULO

O IFSP não respondeu.

O leitor desabafa: Além da greve, alguns equipamentos do instituto não funcionam e os laboratórios de eletrônica e elétrica são antigos.

TAM FIDELIDADE

Leitor questiona milhagem

Entrei no site da TAM e vi que tinha 77 mil pontos de milhagem. Dias depois, os pontos passaram para 55 mil. Tentei descobrir o motivo, mas minha senha não conferia. Telefonei para a TAM e tive de enviar cópias de documentos para receber outra senha. Mas até agora nada.

DORIVAL LEMES DE SANT"ANNA / SÃO PAULO

A TAM responde que enviou um e-mail ao cliente para informá-lo de que aguarda alguns esclarecimentos internos para concluir o processo e irá avisá-lo quando tiver novidades.

O leitor ironiza: A TAM só respondeu ao jornal. Espero que as dúvidas já estejam sanadas, quando eu for viajar.

ERRO DOS CORREIOS

À espera da restituição

Em 22/8 fui aos Correios de Taubaté para postar um cartão de memória a um amigo de São Paulo via envelope lacrado e sem valor mercantil. A atendente disse que esse tipo de conteúdo deveria ser postado por Sedex. Informei que já postara, em outras datas, o mesmo conteúdo sem restrição. Ela insistiu e, para não discutir, foi o que eu fiz. Porém, consta no site dos Correios que "poderão ser aceitos como carta simples ou carta registrada, a postagem de CDs, DVDs, disquetes, fitas cassetes/VHS, tokens, pen drives, cartões de memória e mídia player portátil, tais como MP3 e similares, desde que sem valor mercantil". Solicito o estorno do valor pago a mais e sugiro que os funcionários leiam os manuais dos Correios.

CARLOS EDUARDO FERNANDES / TAUBATÉ

A Diretoria Regional dos Correios de São Paulo Metropolitana informa que houve falha no atendimento em não aceitar a postagem do referido objeto contendo cartão de memória sem valor comercial como carta simples ou registrada. O remetente tem direito à restituição da diferença de valores, como já lhe foi informado por e-mail. Os atendentes da agência aonde foi feita a postagem já foram reorientados sobre o que pode ser aceito ou não na modalidade carta.

O leitor revela: Não recebi o ressarcimento. A resposta direcionada ao jornal foi diferente da enviada a mim, onde foi suprimida a parte da restituição.

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