São Paulo Reclama

TELEFÔNICA - BAIRRO INTEIRO FICA SEM SERVIÇO

, O Estado de S.Paulo

25 de agosto de 2011 | 00h00

Solução só judicial

No dia 30/7 foram interrompidos os serviços Speedy e de linha fixa da Telefônica na região da Saúde e da vila Monte Alegre, sem previsão de retorno. Após inúmeros protocolos, sempre prorrogam o período de restabelecimento do serviço de 12 em 12 horas. A empresa alega vandalismo, para justificar o problema. Mas quantos quilômetros de cabos precisaram ser roubados para deixar um bairro inteiro sem internet e sem telefone fixo por vários dias seguidos? A Telefônica se negou a enviar a cópia do Boletim de Ocorrência. Até parece que o roubo é mentira. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também não resolve nada. Informalmente, conversei com técnicos que passavam pela minha rua e eles disseram que não houve vandalismo, mas sim um problema que eles desconheciam a origem. Pretendo acionar a Justiça.

SANTIAGO SAADIA / SÃO PAULO

A Telefônica informa que, após ajustes técnicos, o Speedy do sr. Saadia está funcionando normalmente e ele terá crédito em conta telefônica, com vencimento em 6/9, do valor referente ao período em que o serviço apresentou problema. Diz que entrou em contato com o leitor para dar os devidos esclarecimentos.

O leitor desabafa: Entrei com processo na Justiça, quando o blecaute atingiu o sexto dia. O Judiciário resolveu rápido e o sinal dos serviços foram restabelecidos mediante liminar judicial. Meus vizinhos, porém, penaram por mais algum tempo até voltar a ter os serviços. O crédito oferecido foi de R$ 17, incompatível com o problema e o descaso da empresa. O processo continua, com audiência marcada para outubro.

NET - PREJUÍZO

Loja sem linha telefônica

Em abril, ao abrir minha loja, fiz uma assinatura do NET Fone. Após vários problemas de instalação e tentativas de cancelamento, o telefone começou a funcionar com 15 dias de atraso. Em 26/7, a linha ficou muda. Depois de várias queixas, agendamentos de visitas técnicas e informações incorretas, um supervisor esteve na loja e propôs alterar o número do telefone. Não aceito, pois há muito material de propaganda com esse número! A loja está sem telefone há mais de 10 dias. O supervisor passou o número de seu celular para confirmar sua ida ao local e solucionar o problema, mas não atende o telefone!

BEATRIZ JOHANSEN / SÃO PAULO

A NET informa que, em contato com a cliente, agendou atendimento técnico para a solução do caso.

A leitora revela: Nenhum técnico apareceu e eu continuo sem telefone e sem resposta alguma da NET.

CRÍTICA À CPTM

Estação Vila Olímpia

Trabalho numa empresa na região da Rua Gomes de Carvalho há pouco mais de um ano. Apesar desse curto tempo, percebi que aumentou o número de passageiros na Estação Vila Olímpia. Se saio do trabalho às 18 horas, não consigo entrar diretamente na estação, pois a fila é imensa. Em 2/8, demorei 7 minutos para conseguir atravessar a catraca. Além da saturação da Estação Vila Olímpia, em virtude do crescimento do bairro, as plataformas têm estado sobrecarregadas de usuários nos horários de pico, a ponto de aumentar o risco de queda na linha férrea. Nas últimas semanas foi comum ouvir avisos de que, "por motivo de avaria, os trens estão circulando com maiores intervalos". Além disso, o passageiro tem de sentir o mau cheiro do Rio Pinheiros.

JOSUÉ F. DE ARRUDA FERREIRA / SÃO PAULO

A CPTM informa que a Estação Vila Olímpia receberá novas catracas até o próximo mês. Ressalta que nos horários de pico há grande concentração de usuários em todos os meios de transporte e, para melhorar os serviços, está modernizando as seis linhas com novos sistemas de sinalização, energia e via permanente, como também adquirindo novos trens.

O leitor diz: O problema não foi resolvido.

ILUMINAÇÃO PÚBLICA

Osasco às escuras

Moro em Presidente Altino, Osasco. As Ruas Osvaldo Collino, Lourenço Collino, Ari Barroso, Erasmo Braga, Armênia e Praça Dicran Echrefian, entre outras de meu bairro, ficam escuras após as 18 horas. Para piorar, algumas árvores precisam ser podadas, pois diminuem a claridade. Já entrei em contato com a Prefeitura e com a AES Eletropaulo, mas nada foi feito.

SÉRGIO DAILI GONÇALVES / OSASCO

A prefeitura de Osasco não respondeu.

O leitor diz: O problema ainda continua.

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