São Paulo Reclama

FALHA DA TELEFONICA

, O Estado de S.Paulo

23 de agosto de 2011 | 00h00

Conta questionada

Recentemente, troquei a minha linha de telefone da Embratel pela da Telefônica. Mas, na primeira cobrança, em julho, só havia números desconhecidos. Moro com a minha mulher e somente nós dois usamos o telefone. A operadora alega que as ligações foram feitas de minha casa. Achei um desaforo e não paguei a fatura. Em agosto, recebi novamente uma conta com números de telefones desconhecidos. Liguei para a Telefônica e as atendentes sempre desligam o telefone durante a ligação e nunca retornam. O problema não é pagar essas contas, em torno de R$ 120, e, sim, pagar por ligações que não foram realizadas por mim. Acredito que a instalação esteja com problemas. Comuniquei a empresa, mas nada foi feito até agora.

CARLOS KEIJI YAMANAKA / SÃO PAULO

A Telefônica informa que fez testes na linha do sr. Yamanaka e não localizou nenhuma anormalidade na linha que pudesse gerar cobranças indevidas. Esclarece que entrou em contato com o leitor.

O leitor desabafa: A Telefônica cancelou as contas citadas, porém ainda não detectou onde está a falha. Como prevenção, troquei para um plano que não faz chamadas interurbanas nem para celular. Para poder realizar esse tipo de chamadas, contratei o serviço de outra operadora. Conclusão: enquanto não solucionar esse problema, não poderei pedir portabilidade da linha. Mudei para a Telefônica por causa do Speedy, depois fui informado de que não havia possibilidade de instalação no meu bairro (Moema), por causa da demanda. Pobre de nós que estamos nas mãos destas empresas de telefonia e da Agência Nacional de Telecomunicações.

UTI SEM FISIOTERAPEUTAS Pacientes abandonados

Gostaria de denunciar a falta de fisioterapeutas no Hospital do Mandaqui, na zona norte. Minha mãe se aposentou há cerca de 3 meses do hospital, onde trabalhava como fisioterapeuta na UTI. Na semana de 10 de agosto, duas diferentes famílias telefonaram para o telefone particular dela oferecendo para pagar por seus serviços, já que não há fisioterapeuta atendendo na UTI do hospital. Ela negou os dois pedidos, por julgar antiético, além de absurdo. Em contato com o responsável pelos fisioterapeutas do hospital, minha mãe ouviu que essa situação "é uma pena" e que há, atualmente, apenas dois fisioterapeutas atendendo na instituição. Mas um deles cuida exclusivamente de questões burocráticas e administrativas.

JULIANA FARIAS / SÃO PAULO

O Conjunto Hospitalar do Mandaqui esclarece que, diferentemente do informado, há atendimento de fisioterapia na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Para reforçar o quadro, o hospital abriu processo seletivo para contratar mais 5 profissionais desta área.

A mãe da leitora revela: Continuo a receber ligações de pacientes, portanto, o problema não foi solucionado.

CAÇAMBA E O TRÂNSITO

Problema recorrente

A Rua do Paraíso costuma ficar completamente congestionada toda manhã, em razão da grande quantidade de veículos que vem da região do Ipiranga e da Vila Mariana e seguem para a Av. Paulista. Outros problemas são a construção e o lançamento de edifícios e a instalação de caçambas de entulho na rua, justamente no trecho onde é proibido estacionar! Com isso, tem ficado impossível transitar por ali pela manhã. O contraditório é que, se alguém estaciona um veículo na rua, ele é multado e não raras vezes, guinchado. Agora nada ocorre com as caçambas! Peço providências do Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV).

RICARDO RAYES / SÃO PAULO

O Departamento de Imprensa da CET informa que vistoriou a Rua do Paraíso no dia 16/8 e constatou 3 caçambas deixadas em local proibido em frente ao número 701. Foi solicitada a remoção delas à Limpurb. No dia seguinte, a CET verificou que as caçambas já haviam sido removidas.

O leitor desmente: Em 19/8, pela manhã, já havia outra caçamba em frente ao mesmo local. Vi 2 carros parados em locais proibidos. Sempre aviso um agente do DSV que fica na alça da 23 de Maio, mas de nada adianta.

TRAVESSIA SEGURA

E onde não houver faixas?

A Prefeitura de São Paulo de agora em diante vai multar o motorista que não respeitar a faixa para pedestres. E o prefeito Kassab, pagará multa também onde ela não existe? É só dar uma voltinha por São Paulo e constatar que faixa para pedestre não é e nunca foi a prioridade do prefeito. Mas encher os cofres da Prefeitura com o resultado das multas, isso é!

BEATRIZ CAMPOS / SÃO PAULO

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.