São Paulo Reclama

ASSALTOS CONSTANTES NO IPIRANGA

, O Estado de S.Paulo

19 de agosto de 2011 | 00h00

Trajeto perigoso

Em 15/7, por volta das 19h30, meu marido, uma amiga e eu voltávamos do trabalho, de Pinheiros para Santo André, pela Favela de Heliópolis. Estávamos em baixa velocidade e com os vidros semiabertos, quando, no n.º 1.500 da Avenida Almirante Delamare, Ipiranga, dois indivíduos nos assaltaram. Roubaram tudo: bolsas, celulares, joias e o carro. Estávamos perto do 95.º Distrito Policial e registramos um Boletim de Ocorrência. Mas nenhuma viatura conseguiu alcançá-los. Soube que sempre ocorrem vários assaltos naquela região, mas não há nenhuma base policial no local. O lugar é muito usado como percurso dos moradores da região do grande ABC, principalmente de São Caetano e Santo André retornando da capital. Nós, trabalhadores, temos de viver com medo? Ainda tenho de agradecer aos marginais por não terem tirado a minha vida.

DANIELA P. FERREGUTTI / SANTO ANDRÉ

A Polícia Militar (PM) não respondeu ao jornal. Mas o Fale Conosco PM enviou e-mail à leitora sra. Daniela esclarecendo que a prerrogativa para a instalação de bases comunitárias é da Secretaria da Segurança Pública. Sugeriu que, além de acionar o 190 nas situações de crime, a leitora deve participar dos Conselhos Comunitários de Segurança (Conseg) para dar sugestões e críticas. Informou que ela poderá obter informações nos sites www.ssp.sp.gov.br, www.conseg.sp.gov.br e pelo e-mail coordenadoria@conseg.sp.gov.br. Também lhe recomendou a se reportar ao Disque-denúncia, pelo número 181.

A leitora desabafa: Fiz várias reclamações a órgãos competentes, em vão. Mudei o meu itinerário diário para o trabalho, por conta desse fato, pois estou com muito medo.

FÉRIAS FRUSTRADAS

À espera do reembolso

Há cerca de 4 meses, programei uma viagem de férias para Bariloche. Como não podia prever que o vulcão chileno Puyehue iria entrar em erupção e causar transtornos, comprei passagens da Aerolíneas Argentinas para o dia 12/7 pelo site Decolar.com. A Decolar.com transferiu a responsabilidade para as Aerolíneas Argentinas, com quem não consegui falar durante os 10 dias em que liguei. Perdi uma semana das férias por causa da incompetência das empresas. Eu já havia feito check-in pela internet para o voo de ida e solicitei a mudança de data das passagens de volta. Informaram-me que todos os voos tinham sido cancelados. Eu poderia remarcar as passagens ou cancelá-las e optei pelo cancelamento. Mas recebi uma ligação 7 horas antes do horário do voo perguntando se eu ainda queria ir. Mas as malas tinham sido desfeitas, o hotel fora cancelado (paguei multa por isso) e os meus filhos tinham viajado para o litoral. Enviei e-mail para as Aerolíneas Argentinas e para a Decolar.com solicitando o reembolso de, no mínimo, a taxa de cancelamento do hotel de Buenos Aires (US$ 270). A empresa Aerolíneas Argentinas respondeu que está avaliando o caso, já a Decolar.com não me retornou.

SERGIO HENRIQUE ROCHA / SÃO PAULO

A Aerolíneas Argentinas não respondeu.

A Decolar.com informa que entrou em contato com o sr. Rocha para informá-lo sobre o procedimento adotado e o prazo para que o valor em questão esteja disponível.

O leitor diz: A Decolar.com entrou em contato na semana passada e disse que iria retornar, mas não o fez. O prazo dado para a resposta é de até 6 meses, portanto, sem data definida.

LIGAÇÕES INTERURBANAS

Cidades com o mesmo DDD

Foi divulgado que, a partir de 28/5, não seriam mais cobradas as ligações de longa distância para cidades com o mesmo DDD. Mas, em julho, tais telefonemas foram tarifados em minha conta como de longa distância. Os atendentes da Telefônica dizem que o caso está em discussão. Como fica?

JOSÉ OSWALDO DELICIO / ÁGUAS DE SÃO PEDRO

A Telefônica informa que as ligações mencionadas pelo cliente foram cobradas de acordo com a regulamentação em vigor.

MORADORES PROTESTAM

Contra grades em praça

A Praça Euclides Parente Ramos, no Butantã, está sendo reformada pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente. Os moradores fizeram um abaixo-assinado pedindo a remoção de duas cercas laterais colocadas no entorno de uma área de múltiplo uso, sem sucesso.

GREGORIO RABINOVITCH / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras não respondeu.

O leitor revela: As grades continuam lá.

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