São Paulo Reclama

DOIS PROGRAMAS HABITACIONAIS

, O Estado de S.Paulo

17 de agosto de 2011 | 00h00

Cadastro unificado

Desde maio de 2006, estou inscrita num programa da Cohab para comprar uma casa no conjunto habitacional Vila Nova Cachoeirinha. Tentei me inscrever no Programa Minha Casa, Minha Vida, mas soube que não poderia, por estar na lista da Cohab. Continuo pagando aluguel, mas o que mais me incomoda é a falta de informação sobre quando a casa ficará pronta.

FRANCISCA ANA DA CONCEIÇÃO / SÃO PAULO

A Cohab-SP responde que a sra. Francisca está cadastrada no programa desde 9/5/2006. Mas, para manter o cadastro ativo, precisa acessá-lo pelo menos 1 vez a cada 12 meses ou sempre que houver alteração nas informações pessoais. É indispensável que a inscrita acesse sua ficha cadastral em www.cohab.sp.gov.br, no link "faça seu cadastro". A inscrição ainda é válida para o Programa Minha Casa, Minha Vida, motivo pelo qual não conseguiu fazer sua inscrição neste programa. A Prefeitura, pela Cohab-SP, tem parceria com o governo federal nesse programa, que visa a atender famílias com renda de até R$ 1.600, prioritariamente as residentes em área de risco. O preenchimento da ficha de demanda não obriga ou garante o atendimento pela Cohab-SP. A inscrição habilita o inscrito, quando houver unidades disponíveis adequadas a seu perfil socioeconômico, para seleção em programas e projetos habitacionais, de acordo com os critérios de classificação e seleção que respeitam as diretrizes aprovadas pelo Conselho Municipal de Habitação. Elas definem que a seleção dos interessados viabilizada total ou parcialmente com recursos do Fundo Municipal de Habitação será realizada a partir de cadastramento unificado Sehab/Cohab.

A leitora conclui: A Cohab-SP mostrou que, casa própria para pobre, só na propaganda.

CONCURSO PÚBLICO

Dúvidas sobre classificação

Entre os anos de 1994 e 1995, prestei concurso da Sabesp para a região de Botucatu. Passei em 1.º lugar na função químico 1. Durante 2 anos, todas as vezes que eu entrava em contato, a resposta era de que não havia previsão para chamar os classificados. A validade do concurso era de 2 anos e eu não fui convocado. Após sua prescrição, a Sabesp anunciou outro concurso, com a função para qual eu concorrera. Será que a Sabesp criou um novo conceito de "desenvolvimento sustentável" à custa dos sonhos de cidadãos honestos? Não sei se, juridicamente, posso entrar com algum recurso contra a empresa, mas como cidadão gostaria de desvendar essa "caixa-preta".

MÁRIO HIROCHI SITANAKA / BAURU

A Sabesp não respondeu.

O leitor reclama: A Sabesp não entrou em contato. Creio que seus representantes não têm como se defender.

Fui reprovada duas vezes no exame médico admissional que a Prefeitura de São Paulo realizou com os professores de Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Porém, ninguém explicou o motivo. Desde a minha convocação e nomeação para o cargo, já se passaram 8 meses. Sofro com o descaso e com a demora excessiva para receber a resposta. Tive de fazer vários exames por conta própria, pagando por eles. Soube que outras pessoas, até com problemas crônicos, como calos nas cordas vocais, foram aprovadas. E todos os meus exames estão normais. Sou professora da rede municipal de Mauá e fui aprovada no exame admissional dessa prefeitura. Se sou considerada apta para trabalhar numa rede de ensino, por que não o sou na Prefeitura de São Paulo?

CINDY ELIZABETH B. DE OLIVEIRA / MAUÁ

A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo não respondeu.

A leitora desabafa: Vou entrar com mandado de segurança. Inclusive, tenho um laudo médico que atesta que estou apta.

JARDIM CELESTE

Transporte precário

Peço uma resposta da SPTrans sobre o monopólio da Via Sul.

Na manhã do dia 24/7, sábado, esperei por 50 minutos no ponto da Avenida do Cursino, na altura

do n.º 6 mil, pelas Linhas 475-R Jardim S. Savério-Terminal Parque dom Pedro e a 4742 São Judas/Jardim Celeste, em vão. Decidi então pegar um coletivo até a Estação Santa Cruz do Metrô, o que levou uma hora de viagem. O monopólio da Via Sul é inviável, por causa do grande número de empreendimentos na região. Moradores do Jardim Celeste que precisam usar transporte público ficam à mercê dessa empresa que, na verdade, presta um desserviço à população não só aos sábados, mas durante toda a semana.

MARGARETE DE LARA / SÃO PAULO

A SPTrans não respondeu.

A leitora revela: Nada mudou.

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