São Paulo Reclama

SAÚDE PÚBLICA DE OSASCO

, O Estado de S.Paulo

12 de agosto de 2011 | 00h00

Fila de espera para consulta

Quero denunciar a demora para conseguir ser atendida na rede pública de saúde de Osasco. Faço a denúncia em nome de toda a população carente de Osasco e espero que o prefeito tome as providências necessárias. Por não ter convênio e estar com 54 anos, quando tenho problemas vou ao Pronto Atendimento (PA) do Jardim Novo Osasco. Primeiro, passo por um médico do PA, que me encaminha para alguma especialidade. Mas, para marcar essa especialidade, preciso ir a um Posto de Saúde, marcar consulta com um clínico-geral, o que leva alguns dias. O clínico indica então outro especialista, mas, para conseguir passar por outro médico, tenho de me dirigir ao balcão do Posto de Saúde, ter o nome incluído na fila de espera e aguardar um telefonema das atendentes, caso haja alguma desistência. Precisei de um ortopedista (não tenho menisco e, por isso, sinto muita dor) e soube que havia umas mil pessoas na minha frente na lista e, para piorar, o atendimento não será em Osasco, mas no município de Carapicuíba. Precisei de dentista também e havia a mesma quantidade de pessoas na minha frente! Impossível esperar tanto tempo sentindo dor de dente! Precisei de otorrinolaringologista e a espera era de pelo menos 5 meses. Quero que esse sistema cruel mude! Tenho todos os registros guardados para comprovar o meu relato.

ANA LUZIA DE AVEIRO / OSASCO

A prefeitura de Osasco não respondeu.

A leitora revela: Nada mudou. Ouvi uma senhora dizer que o marido dela esperava desde 2009 por consulta com oftalmologista e só foi chamado neste ano.

FALTA DE SEGURANÇA

Estação Santos-Imigrantes

Moro em São Bernardo do Campo, trabalho em São Paulo e sempre deixo o meu carro no estacionamento da Estação Santos-Imigrantes do Metrô. No dia 21/7 um homem me perseguiu. Ele correu atrás de mim até o estacionamento e só desistiu porque o porteiro estava lá. O percurso, entre a estação e o estacionamento, passa pelo Viaduto Saioá, que não tem iluminação nem oferece segurança alguma. Se a Prefeitura incentiva o uso desse serviço, deveria, no mínimo, iluminar bem o local e colocar uma viatura da guarda municipal em horários de pico. Mas, ao ligar para o SAC da Prefeitura, os atendentes me orientaram a entrar em contato com a polícia. Entretanto, não é a polícia a instituição responsável pela iluminação pública! ,

RENATA BAYER / SÃO BERNARDO DO CAMPO

A Secretaria de Serviços, por meio do Departamento de Iluminação Pública (Ilume), informa que já realizou os devidos reparos na Avenida Doutor Ricardo Jafet. Esclarece que uma equipe de manutenção esteve no local em 5/8 e recolocou os 90 metros de cabos que haviam sido furtados, normalizando a situação da via.

A leitora critica: A queixa é sobre a falta de iluminação no Viaduto Saioá - que continua às escuras. De fato, há um novo poste de luz próximo ao ponto de ônibus e à Avenida Doutor Ricardo Jafet, que também era escura. Porém nenhuma providência foi tomada no viaduto: não instalaram outro poste, muito menos consertaram as luminárias já existentes.

VIAÇÃO CAMPO BELO

Motorista foge após colisão

Em 3/8, enquanto eu entrava na garagem do meu prédio, na Praça Dom Gastão Liberal, o motorista da Linha 677-A, da Viação Campo Belo, bateu na lateral traseira do meu carro. Ele tentou passar por um espaço onde não cabiam dois veículos. O farol traseiro do meu automóvel quebrou e a lateral do para-choque foi totalmente amassada. O motorista desceu gritando e disse que eu tinha dado marcha à ré. No entanto, quando chamei um agente da CET, ele fugiu. Registrei uma queixa na Viação Campo Belo e soube pelo departamento jurídico que o motorista alegara que eu era a culpada pelo acidente. Então por que ele fugiu?

SHEILA FARAH / SÃO PAULO

A Viação Campo Belo responde que o motorista esclareceu que a sra. Sheila seguia em frente ao coletivo, quando virou à direita para acessar uma garagem. Ele continuou trafegando na mesma via, quando a condutora do carro não conseguiu entrar na garagem e, para alinhar seu veículo, deu marcha à ré e colidiu na lateral direita do coletivo. Acrescenta que o motorista tem testemunha e a sra. Sheila deve ir à Justiça fazendo prova do que achar cabível.

A leitora analisa: Se eu tivesse dado ré, o resultado da batida no veículo seria bem diferente. Eu tenho 4 testemunhas, inclusive o agente da CET que estava no local. Será que, se o motorista não fosse culpado, fugiria? Vou à Justiça.

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