São Paulo Reclama

Refém da companhia aérea

, O Estado de S.Paulo

29 Julho 2011 | 00h00

Em 26/5 adquiri pelo cartão TAM Fidelidade quatro passagens para Bariloche. Por causa da erupção do vulcão chileno Puyehue, em 11/7 pedi a troca dos bilhetes, mas fui informada de que teria de pagar multa de 10% sobre cada passagem ou esperar até o dia do voo para ver se ele seria cancelado. Liguei para a Ouvidoria e responderam que os problemas por causa do vulcão começaram em abril (portanto, a culpa era minha por ter comprado as passagens) e que os voos da TAM para Bariloche estavam normalizados. Em 18/7 li a notícia de que é cedo para fazer previsões a respeito de quando o movimento no aeroporto de Bariloche será normalizado. Queria trocar as passagens para outro destino, mesmo pagando a diferença, mas me recuso a pagar multa da TAM.

JANETE MARIA ZUCCHI LOPES / SÃO PAULO

A TAM informa que entrou em contato por e-mail com o sr. Marco Aurelio Paioletti Martins Costa, titular do cartão TAM Fidelidade citado, para explicar que não será possível isentá-lo da taxa de remarcação de seus bilhetes, uma vez que os voos adquiridos não sofreram qualquer alteração. Esclarece que os passageiros que tiveram os voos cancelados podem fazer a remarcação dos bilhetes para voos e datas disponíveis sem ônus ou receber o reembolso integral.

A leitora revela: Soube que o aeroporto de Bariloche ficará fechado até 30/8. Fui ao balcão da TAM em Congonhas e tive de ficar das 16 às 20h30 discutindo. Só quando disse que entraria com um processo no Procon e que eles estavam perdendo um upgrade de passagens - pois iria trocá-las para Orlando -, os atendentes resolveram me anistiar da multa.

PANFLETOS E SUJEIRA

E o "Cidade Limpa"?

Minha reclamação sobre propaganda indevida em postes é antiga. Como não há punição, muitos agem com a certeza de que o risco compensa. Além dos postes cheios de propaganda, a Avenida Santo Amaro, a Avenida Vereador José Diniz e suas imediações estão coalhadas de lixo. Não aceito a resposta de que é difícil localizar o infrator, pois nos postes há até o endereço do anunciante.

MAURO RIBEIRO GAMERO / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras não respondeu.

O leitor comenta: Nada foi resolvido. A colocação dos panfletos é feita após as 22 horas, pois sabem que não há fiscais após esse horário.

RUAS ESBURACADAS

Descaso da Prefeitura

Gostaria de chamar a atenção para o péssimo estado do asfalto da Rua Pascoal Vita, na Vila Beatriz, entre as Ruas das Tabocas e Natingui. Aliás, isso é uma característica marcante da região da Vila Beatriz e da Vila Madalena. Porém, nesse trecho, o descaso passou dos limites: o asfalto está com ondulações enormes, o que obriga os carros a invadir a faixa oposta, algo perigoso pelo declive acentuado da rua, que prejudica a visibilidade do motorista. Para completar, as calçadas estão quebradas, em estado lastimável, e, à noite, a iluminação é insuficiente. A Prefeitura abandonou a região.

LUCIANO SANTELLI / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras não respondeu.

O leitor reitera: Nada foi feito. Tudo está do mesmo jeito há anos. Todo o asfalto da Vila Beatriz está muito ruim.

RESPEITO AO TRÂNSITO

Ciclistas irresponsáveis

O uso de bicicletas em São Paulo tem sido incentivado. Mas as autoridades deveriam fazer uma campanha para educar os ciclistas, pois são os que menos cumprem as leis de trânsito. Deveria ter punição, apreensão de bicicleta para quem não cumpre a lei. Em 25/7 fiquei bem assustada, pois trafegava pela Rua Isabel de Castela, no Alto de Pinheiros, quando dois ciclistas entraram pela Rua Natingui, na contramão, em alta velocidade! Muitos ciclistas trafegam na faixa de segurança de pedestres e não respeitam os faróis. Frequento a Cidade Universitária e já vi ciclistas na Rua do Matão, onde é proibido o tráfego de bicicletas. Outro dia, quando atravessava a rua na faixa de segurança em frente ao prédio da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, um ciclista veio para cima de mim! Se eles querem respeito, devem respeitar também! Na Ponte da Cidade Universitária já os vi trafegando entre as faixas, disputando espaço com as motos. Se não houver respeito, o trânsito ficará mais caótico e perigoso! De nada adianta incentivar o uso de bicicleta sem que haja condições para isso.

LEILA M. V. FIGUEIREDO / SÃO PAULO

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