São Paulo Reclama

ERRO DOS CORREIOS FAZ LEITORA PERDER EXPOSIÇÃO

, O Estado de S.Paulo

28 Julho 2011 | 00h00

Confusão e perda de prazo

Em 12/4 enviei 12 fotos emolduradas pelo serviço expresso EMS dos Correios para a Itália, para participar de uma exposição em 29/4. O pacote ficou retido na alfândega italiana e a resposta era de que os Correios não podiam interferir no processo alfandegário local. Após ameaçar entrar com processo contra os Correios, informaram telefones incorretos da alfândega (só obtive os corretos 24 horas depois). Entrei em contato e fui informada de que faltava uma fatura comercial e a declaração de que as fotos eram para exposição (sem valor comercial). Justamente os termos da exportação temporária que eu assinara, mas não sei por que não encontraram o documento. Solicitei a devolução da obra, pois assim eu teria tempo de reenviá-la para a exposição. O pacote chegou ao Brasil em 20/5, mas, por erro dos Correios, foi reenviado à Itália, onde ficou retido por 1 mês. Só o recebi em 5/7, após entrar em contato com os Correios e confirmar o endereço a outro funcionário. Se não fosse isso, o pacote voltaria à Itália. Resultado: perdi a exposição e entrei com uma ação na Justiça.

ANGÉLICA SATI KOBASHI / SÃO PAULO

A Diretoria Regional dos Correios de São Paulo Metropolitana esclarece que todas as mercadorias que entram ou saem de um país estão sujeitas à inspeção dos agentes governamentais da alfândega local. Eles têm autorização legal para abrir, verificar o conteúdo, solicitar documentação, aplicar tributos, quando for o caso, sem a possibilidade de intervenção por parte dos Correios.

A leitora diz: Vejo os Correios não leram o que eu escrevi, e não vão assumir seu descaso, suas falhas e irresponsabilidade.

ENTREGA ATRASADA

Remédio de alto custo

Minha sogra tem 88 anos, foi operada de um câncer de mama há três anos e precisa tomar Anastrozol, um medicamento de alto custo (R$ 454) e de uso contínuo. Depois de muita burocracia, conseguimos com que ela o recebesse "gratuitamente" pelo governo do Estado. Mas desde o dia 20/6 o remédio está em falta. É revoltante a naturalidade com que o poder público deixa as pessoas sem medicação de uso constante.

WANDA REGINA LAGUNA / SÃO PAULO

A Secretaria de Estado da Saúde informa que o laboratório que fornece o medicamento Anastrozol atrasou a entrega programada para 22/6 e receberá as penalidades cabíveis. Explica que o medicamento foi recebido em 18/7 e distribuído aos postos.

A leitora comenta: O problema foi solucionado só no dia 20/7. Como a dosagem era para 30 dias, tivemos de comprar uma caixa antes dessa data.

ILUMINAÇÃO PÚBLICA

Serviço precário

A cidade de São Paulo está com graves problemas de iluminação pública. No intuito de colaborar com a administração, nesses últimos 5 meses abri várias reclamações no SAC da Prefeitura sobre a falta de iluminação no Butantã. Alguns casos foram encerrados em até 72 horas, sob a alegação de que a equipe de manutenção estivera no local e não localizara defeito na rede. Porém tenho fotos que comprovam que vários lugares estão no escuro, entre eles: as Ruas Deputado Bady Bassit; Antonio Mariani, na altura do n.º 513; Jacob Maris, em frente ao n.º 421; a Praça Enio Barbato; a Avenida Eliseu de Almeida, n.º 742; e o Parque Previdência.

JERIEL DA COSTA / SÃO PAULO

O Departamento de Iluminação Pública (Ilume) não respondeu.

O leitor revela: Só 3 casos foram atendidos e solucionados.

Desde o início de março estamos com problemas na iluminação pública da Rua Hélcio da Silva, Vila Terezinha, na Freguesia do Ó. A AES Eletropaulo direcionou a reclamação à Prefeitura, mas nada foi feito.

ANTONIO CARLOS P. GUIMARÃES / SÃO PAULO

O Ilume não respondeu.

O leitor revela: Todos os meses há pane e nenhuma providência é tomada.

Em 24/5 assinei contrato com a Bandeirante Energia S.A. para a instalação de energia elétrica num imóvel na Rua Eduardo Froner, em Guarulhos. O serviço deveria ser feito em até 45 dias após a entrega do contrato de execução e a comprovação do pagamento (de R$ 2.858,63), feitas no mesmo dia da assinatura. Mas o serviço não foi realizado e as obras estão paradas.

ANTONIO VIOTTO NETTO / SÃO PAULO

A Bandeirante Energia S.A. não respondeu.

O leitor alerta: Até o dia 25/7 não houve instalação.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.