São Paulo Reclama

Problema com a Telefônica

, O Estado de S.Paulo

23 Julho 2011 | 00h00

Em 9/5 entrei em contato com a Telefônica para cancelar uma linha, pois iria mudar de cidade. A atendente me convenceu a transferi-la para o novo endereço. Aceitei, pois, além de manter o mesmo número, o valor da assinatura seria R$ 14,90, mais as ligações e o Speedy, além da isenção da taxa de transferência. Como a linha não foi instalada no prazo estipulado (em até 10 dias), entrei em contato em 26/5 e soube que o processo estava parado porque o novo endereço não fora localizado. Ela fez o recadastramento, mas de novo a linha não foi instalada. Em 7/6, após vários telefonemas, foi aberto um protocolo de queixa. No dia seguinte, a atendente disse que a instalação seria feita em até 3 dias úteis, mas não foi. Em meados de junho, soube que o processo fora cancelado e refizeram o pedido. Em 22/6, a funcionária não soube dizer o motivo de a questão não ser resolvida e pediu para eu aguardar. Resultado: nada foi feito e a cobrança continua a ser descontada em conta.

JOSÉ LUÍS BELLANI / UBATUBA

A Telefônica informa que não houve viabilidade técnica para a instalação do Speedy no endereço solicitado pelo cliente com a performance adequada. Esclarece que fará ressarcimento, por meio de depósito em conta corrente, dos valores referentes à última conta paga.

O leitor diz: O problema não foi solucionado, pois ofereceram outro número de telefone e ele não poderia ser instalado com o Speedy, por isso não aceitei. Mesmo sem telefone e internet, duas faturas foram debitadas em minha conta. Gostaria de saber se o problema foi realmente resolvido, mas não consigo falar com as pessoas que me contataram.

MINHA CASA, MINHA VIDA

Dúvidas sobre processo

Recorro ao jornal porque tentei obter informação sobre o Programa Minha Casa Minha Vida com a Caixa Econômica Federal (CEF), mas não consegui. Quando o programa foi lançado, cadastrei-me no site do banco. Como até hoje não tive nenhum retorno, em 30/6,liguei para o SAC da CEF e disseram que eu deveria ligar para a prefeitura de minha cidade. A atendente do 156 disse que não tinha informações sobre o assunto. A única resposta que obtive foi de que a renda familiar tem de ser de até R$ 1.395 e que, após o cadastro, devo aguardar contato da Prefeitura.

ROBERT AMORIM SILVA / SÃO PAULO

A Caixa Econômica Federal informa que, para os que possuem renda familiar de até R$ 1.600, a inscrição e a seleção para o Programa Minha Casa Minha, Vida deverá ser feita pelos Estados e municípios. Já na capital paulista, é necessário procurar a Companhia de Habitação de São Paulo (Cohab-SP). Podem participar pessoas não beneficiadas anteriormente em programa habitacional social do governo e que não tenham casa própria ou financiamento ativo no País. Quem tem renda familiar de R$ 1.600 até R$ 5 mil deve procurar as construtoras que tenham construído imóveis com Habite-se expedido a partir de 26/3/2009 e os imóveis não poderão ultrapassar o valor de R$ 170 mil. O candidato não pode ser detentor de financiamento ativo nas condições do Sistema Financeiro da Habitação nem proprietário, cessionário ou promitente comprador ou titular de direito de aquisição de outro imóvel residencial urbano ou rural, situado no atual local de domicílio. Após a seleção, o candidato apresentará documentação pessoal ao agente financeiro e a assinatura do contrato ocorrerá na entrega do empreendimento. Nas agências há uma equipe treinada para prestar informações sobre o programa. Em todos os casos, devem ser apresentados os documentos pessoais, comprovação de renda formal e informal. Para aqueles com renda familiar de até R$ 1.600, não haverá análise de risco de crédito e capacidade de pagamento, e para os demais, a operação funciona com as mesmas regras de financiamento em vigor.

BURACO ANTIGO

Subprefeitura x Sabesp

Desde maio reclamo da cratera formada na Rua Coronel Albert de Rochas D"Aiglum, no bairro Jardim das Carmelitas, Itaquera. Ela continua lá, mesmo tendo registrado o fato na Subprefeitura Itaquera em 23/5. Motoristas desavisados acabam tendo seus veículos danificados.

WAGNER TONIN DE MELO / SÃO PAULO

A Subprefeitura Itaquera diz que o buraco localizado na rua citada foi ocasionado por problemas na rede da Sabesp. A concessionária já foi notificada e realizará os devidos reparos no trecho, com a reconstrução do pavimento no local.

O leitor revela: O problema persiste. O buraco, de 2 metros de diâmetro, com 60 cm de profundidade, já causou vários danos a veículos. Será que a Sabesp fará algo mesmo, já que não tem como ser punida?

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