São Paulo Reclama

"A CAIXA SIMPLESMENTE SUMIU?

, O Estado de S.Paulo

20 Julho 2011 | 00h00

Decepção com os Correios

Em 24/3 enviei uma caixa, com aproximadamente 5 quilos, pelos Correios para meu filho, que mora na Austrália. O prazo de entrega era de 30 dias úteis. Porém, após 90 dias, ela não chegara. Liguei para os Correios e fui informada de que tinha sido formalizado o pedido de informação na administração postal de destino e que aguardavam a resposta. Mas meu filho entrou em contato com o correio australiano e soube que a caixa não estava lá. Os Correios se propõem a me reembolsar, mas isso não me interessa, pois há objetos pessoais de meu filho na caixa, por isso quero que seja localizada. Como uma caixa, que não era pequena, pode sumir no meio do caminho, se o endereço do destinatário estava correto e escrito de forma legível?

MARIA REGINA NASCIMENTO ESPOSITO / PRAIA GRANDE

A Assessoria de Comunicação da Diretoria Regional dos Correios de São Paulo Metropolitana esclarece que, após o término das apurações, o cliente foi informado, em 26/5, via sistema "Fale com os Correios", sobre o extravio do objeto, ocasião em que foram repassadas as regras que regem o correio internacional. Explica que o cliente precisa enviar uma cópia legível do comprovante de postagem ou Air Way Bill (AWB) numa agência dos Correios para ser feito o processo de indenização. No documento deverá constar: o nome e o CPF do remetente, os dados bancários e o nº do pedido de informação.

A leitora lamenta: O ressarcimento não vale nada, se comparado ao que eu enviei! Algumas coisas não têm preço, pois possuem valor sentimental. Não aceito que a caixa tenha sido extraviada, pois havia um código de barras para que pudesse ser rastreada. O que aconteceu? A caixa simplesmente sumiu?

ÔNIBUS ''SELETIVO''

Proibida a bagagem?

Sou usuária da Linha Intervias Pirajuçara-Tietê. Em 13/7 o motorista disse ser proibido entrar no ônibus com bagagem, apesar de não ter nenhum aviso. Ele justificou que se trata de ônibus seletivo. Não entendi e peço uma explicação justa.

SILVANA GRANIERO / UBATUBA

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (Emtu/SP) explica que o uso de bagageiros nos veículos seletivos não é obrigatório, de acordo com a legislação, o que também ocorre nos contratos de concessão firmados entre a Emtu-SP e os consórcios. No caso da Linha 412TRO Embu (Parque Pirajuçara) - São Paulo (Terminal Rodoviário Tietê), a oferta do serviço é opcional. Porém, se houver bagageiro, ele deve estar em condições de funcionamento e não lacrado.

A leitora revela: Então é permitido o uso do bagageiro? Os motoristas deveriam ser informados. Outro funcionário dessa linha comentou que o uso do bagageiro estava proibido porque alguém perdera suas malas no compartimento e entrou com ação na Justiça contra a Emtu, ganhando. Soube por uma passageira que, em 13/7, o bagageiro abriu e caíram muitas malas na estrada, inclusive a dela, e o motorista não percebeu. Por sorte um carro que vinha atrás o avisou. É lamentável!

CALÇADAS ESBURACADAS

Problema recorrente

Peço a interferência do jornal para solicitar a conclusão de obras da AES Eletropaulo na Rua José Paulino, no Bom Retiro. O serviço se arrasta há anos. As calcadas estão quebradas, esburacadas, com grande quantidade de areia, pedregulho e entulho, que podem levar os pedestres a sofrer algum acidente.

ISRAEL FLANK / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo diz que a obra faz parte do plano de modernização e expansão no sistema elétrico da rede subterrânea da região e a conclusão está prevista para 30 de agosto.

O leitor revela: Nunca vejo funcionário da Eletropaulo ou de empresa terceirizada trabalhando no local, mas vou acreditar na resposta da Eletropaulo.

Esclarecimento: Em atenção à manifestação do leitor sr. Marciano Vasques, publicada em 19/7 (em que ele reclama que a calçada dele foi danificada pela Comgás), a Comgás esclarece que sempre recompõe as calçadas dos locais onde realiza as obras, com o acabamento original. No caso específico do sr. Vasques, informa que a calçada dele não foi danificada. Foram abertas valas nas calçadas vizinhas à dele. Algumas aberturas não são fechadas logo após a saída da Comgás do endereço, pois são pontos de interligação de redes ou locais onde ainda acontecerão serviços, mas, tão logo sejam encerradas as obras na região, a pavimentação definitiva é realizada.

O leitor explica: Eu realmente me precipitei porque, no primeiro contato, um funcionário da Comgás disse que minha calçada seria quebrada, que a via era pública e, por isso, escrevi ao jornal. Mas, felizmente, ontem ligaram cerca de 16 horas dizendo que a minha calçada não será quebrada, só as dos vizinhos.

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