São Paulo Reclama

PERIGO NA VILA MASCOTE

, O Estado de S.Paulo

16 Julho 2011 | 00h00

Drogas e violência

Na primeira semana de julho, quatro usuários de droga tentaram assaltar a minha mulher na esquina das Avenidas Mascote com a Santa Catarina, por volta das 22h30. Eles tentaram invadir o carro dela, chutaram, gritaram, esmurraram o veículo e, como não conseguiram, fugiram. Todas as noites nessa esquina há pessoas consumindo drogas. Enquanto nenhuma atitude é tomada, temos de conviver com o problema até que ocorra uma tragédia ou um acidente. Há diversos locais na cidade onde as pessoas se drogam sem ser incomodadas, intimidando os que passam, pois as autoridades não fazem nada a respeito.

MARCOS IGNACIO / SÃO PAULO

A Polícia Militar responde que há importantes informações na carta do sr. Ignacio sobre a atuação de criminosos na Vila Mascote e elas estão sendo analisadas pelo seu serviço de inteligência. Informa que o bairro recebe recursos humanos e materiais do programa de policiamento comunitário, Força Tática e radiopatrulhamento e é alvo de constantes operações. Diz que nessa região, nos meses de janeiro a maio, foram apreendidas 2 armas de fogo, detidas 106 pessoas e recuperados 310 veículos produtos de roubo ou furto. Agradece ao leitor e solicita às pessoas que auxiliem a polícia com informações.

O leitor diz: O policiamento ostensivo é realmente necessário. Infelizmente, a Vila Mascote é cercada pela Favela Alba, onde os marginais aproveitam para se esconder. Eles também circulam pelo bairro, principalmente em motocicletas, que são usadas para assaltos. Outra constatação é que há ainda diversos pontos de consumo de drogas na Av. Santa Catarina, que são facilmente identificáveis, basta um pouco de atenção.

PROBLEMAS COM OBRA

À espera de solução

Desde 7/10/2010 estou tendo problemas com uma obra na Rua Cel. Artur de Paula Ferreira, na Vila Nova Conceição. Enviei quatro reclamações aos responsáveis. Eles responderam que as devidas providências já tinham sido tomadas. Ao pedir ajuda à Prefeitura, imaginei que sendo cidadã teria meu problema sanado, mas nada foi feito. A quem devo recorrer? Está difícil trafegar na região, sair de minha garagem está pior e eu não vejo solução para o problema.

MARIA CECÍLIA ANDRADE / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação da Subprefeituras informa, por meio do Programa de Silêncio Urbano (Psiu), que já há uma fiscalização programada para o local nos próximos dias. Ressalta que as ações do Psiu são realizadas com apoio da Polícia Militar, da Guarda Civil Metropolitana, das subprefeituras e de outros órgãos municipais, quando necessário. Dessa forma as fiscalizações necessitam ser programadas antecipadamente. É importante que, no momento da denúncia, seja informado o local, o horário e o dia de maior incidência do ruído. Responde que solicitações podem ser feitas pelo 156, nas praças de atendimento da subprefeitura ou pelo http://sac.prefeitura.sp.gov.br/.

A leitora destaca: Até o presente momento a única ação foi a do jornal, que me enviou a resposta do Psiu. O problema é que a rua está destruída em frente à obra e a construtora somente preencheu o buraco com areia e cimento. Os caminhões de concreto não conseguem encostar no meio-fio, por causa da depressão na pista, e, dessa forma, impedem a saída da garagem no prédio onde moro. E, para completar, os materiais de construção são entregues entre as 4 e 6 horas.

CORREIOS

Taxa para (a não) entrega

Em 12/6 comprei um modem 3G desbloqueado do Mercado Livre. Paguei R$ 15 ao serviço de entrega não expressa dos Correios, chamado PAC. O produto deveria chegar em 21/6. Mas o carteiro alegou que, ao tentar entregá-lo nos dias 4, 5 e 6/7, não havia ninguém no meu apartamento para receber o produto. Mas minha mulher, que sofreu uma operação, minha cunhada e sobrinha estavam lá. Fui aos Correios da Sete de Abril e descobri que a encomenda tinha sido devolvida ao remetente, no Paraná. Sinto-me lesado, pois, como preciso do aparelho para trabalhar, estou tendo sérios prejuízos financeiros.

ENALDO VEIGA / SÃO PAULO

A Diretoria Regional dos Correios de São Paulo Metropolitana esclarece que efetuou três tentativas de entrega no endereço de destino. Como o carteiro não foi atendido, a encomenda foi devolvida ao remetente. Conforme artigo 7º, da Portaria nº 311/98, do Ministério das Comunicações, na impossibilidade de entrega ao destinatário ou a quem de direito o objeto será devolvido ao remetente.

O leitor destaca: Essa resposta não resolve o problema. Quando acabar a greve do Juizado Especial Federal, entrarei com um processo contra os Correios.

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