São Paulo Reclama

ASSALTO NO COMPLEXO VIÁRIO MARIA MALUF

, O Estado de S.Paulo

15 Julho 2011 | 00h00

"Ocorrência comum"

Moro em Santo André e trabalho na região da Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, em São Paulo. Diariamente, por volta das 20 horas, passo pelo Complexo Viário Maria Maluf. Em 16/5, vi um assalto à mão armada na pista do meio da avenida, antes de entrar no túnel. Notifiquei a polícia e fui informada de que esse tipo de ocorrência é comum no local. Em 10/6, no mesmo lugar e horário, vi outro assalto. Liguei para o 190 e disse que era a segunda vez, em menos de um mês, que presenciava um crime naquela avenida. Quando respondi que não sabia descrever os assaltantes, fui surpreendida com essa resposta: "Senhora, da próxima vez que isso ocorrer, por favor, fique atenta às características dos assaltantes para que possamos localizá-los". Será que eu terei de passar por isso pela terceira vez ou ser a próxima vítima? Quando o policiamento na região vai melhorar? O tráfego intenso obriga os motoristas a reduzir a velocidade ou parar, facilitando a ação dos bandidos.

ALINE MARQUES / SANTO ANDRÉ

A Polícia Militar responde que a Megaoperação Direção Segura, feita no Estado de 8 a 10/7, resultou em: 39.332 pessoas abordadas; 91 prisões em flagrante; 15.711 vistorias de autos e 5.434 de motos; 734 veículos e 334 motos apreendidos; 20.371 condutores submetidos ao teste do bafômetro e 234 flagrantes. Explica que a fiscalização buscou a proteção da vida e a incolumidade física da pessoa.

A leitora lamenta: Essa resposta não representa em nada o policiamento na região citada. As pessoas que praticam os assaltos estão a pé e não de carro. Enquanto isso, continuo passando pelo local tensa, tomando toda a atenção possível.

SEM PARAR

Cobrança de taxa

Recebi comunicado do Sem Parar informando que, após 5 anos de adesão como mensalista, devo pagar de novo a taxa de habilitação de R$ 60,78. Constatei que há essa informação no site, apesar de não lembrar de tê-la visto antes. Enviei uma reclamação à empresa, pois acredito ser abusiva a cobrança de outra taxa. Será que é por causa da falta de concorrência?

CELIA FARIA / SÃO PAULO

O Sem Parar / Via Fácil explica que a prestação do serviço é válida por 5 anos por causa da vida útil média do equipamento de radiofrequência (TAG) usado pelos clientes. A administração do serviço garante o seu funcionamento com segurança e, se necessário, substitui o aparelho a qualquer tempo, sem ônus, dentro dos 5 anos de habilitação. Esse valor é explícito no Termo de Adesão e a empresa avisa com antecedência os seus clientes sobre o vencimento do prazo. A taxa cobrada pela habilitação é diferente do valor da mensalidade. Ressalta que a gestão dos serviços Sem Parar/Via Fácil é efetuada por uma empresa privada, a CGMP, cuja fonte de receita é a mensalidade paga pelos usuários.

A leitora critica: Na primeira semana de julho, telefonaram e disseram que um funcionário entraria em contato comigo para dar um desconto no valor da referida taxa. Mas até agora ninguém me retornou.

PELO VERDE DA CAPITAL

Bosque em risco

Solidarizo-me com a leitora sra. Ursula Haupt em defesa do bosque da Rua Visconde de Porto Seguro, no Alto da Boa Vista. (Alerta solitário, 1.º/7). Há tempos venho reparando na ineficiência da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA). Até quando a secretaria vai pactuar com as empreiteiras e construtoras? Até quando essas empresas irão encher os seus bolsos destruindo o pouco do verde que ainda resta em São Paulo? Também concordo com a sra. Ursula que os tais termos de compensação são imbróglios para, presumidamente, legalizar a destruição. As construtoras não são donas da cidade e não merecem ter o direito de agredi-la. Tanto a SVMA como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deveriam cumprir suas tarefas. O Movimento Defenda São Paulo precisa se manifestar e impedir a destruição desse bosque.

ANNELIESE FISCHER THOM / SÃO PAULO

OBRAS NA CIDADE

Não há planejamento

Nosso ilustre prefeito, aquele mesmo que deu nota 10 para sua própria gestão, nunca deve ter ouvido falar em planejamento. Por exemplo: basta asfaltar uma rua para a Comgás ou a Sabesp aparecer e fazer buracos, deixando irregularidades na pavimentação, com bocas de lobo baixas demais, valetas, etc. Será que nunca ocorreu ao prefeito conversar com as concessionárias de serviços públicos e deixar o asfaltamento para depois das obras? Provavelmente, não.

TEREZA SAYEG / SÃO PAULO

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