São Paulo Reclama

MOTORISTAS IMPRUDENTES

, O Estado de S.Paulo

14 Julho 2011 | 00h00

Sinalização desrespeitada

Recentemente a Rua Guaraiúva, Cidade Monções, foi recapeada, trazendo grande benefício à região, pois há um intenso tráfego de veículos na via, principalmente nos horários de pico. Porém, muitos motoristas transitam em alta velocidade e raramente respeitam a sinalização "Pare" das placas e pintada no chão. No cruzamento da Rua Guaraiúva com a Rua Pensilvânia havia canaletas que os obrigavam a reduzir a velocidade, mas elas foram cobertas com o recapeamento. Tal fato provocou um aumento de acidentes. Apesar de a Prefeitura ter reforçado a pintura dos sinais de trânsito, o ideal seria que instalasse "tartarugas" nessa esquina ou construísse "quebra-molas". Dessa maneira, os motoristas seriam obrigados a reduzir a velocidade, evitando atropelamentos e colisões entre veículos.

RUBENS PORTELLA JUNIOR / SÃO PAULO

A CET informa que a Rua Guaraiúva possui lombadas nos trechos possíveis, de acordo com o estabelecido pelo artigo 94 do Código de Trânsito Brasileiro e pela Resolução 039/98 do Conselho Nacional de Trânsito, que dispõe sobre a instalação de ondulações transversais e sonorizadores nas vias públicas. A sinalização na Rua Pensilvânia está de acordo com as condições de segurança da via. As valetas citadas pelo leitor servem para o escoamento da água das chuvas, não consistindo em sinalização de trânsito.

O leitor responde: O recapeamento era necessário, mas também é preciso fazer algo que obrigue os motoristas que trafegam nas transversais à Rua Guaraiúva a respeitar a sinalização. O risco de colisão de carros e atropelamentos continua alto e já ocorreram alguns incidentes no local.

JARDIM PAULISTA

Esgoto lançado na rua

Moro na Rua José Maria Lisboa, entre a Alameda Casa Branca e a Rua Peixoto Gomide, no Jardim Paulista. Nesse quarteirão é despejado um considerável volume de água servida (residual) proveniente de algum imóvel das Alamedas Franca ou Jaú. Pelo menos uma vez ao dia é lançado esgoto também. Por estar numa parte mais baixa, a água escorre pelo meio-fio da Alameda Casa Branca e desemboca na frente dos imóveis desse trecho com a Rua José Maria Lisboa. Os bueiros na Al. Casa Branca não conseguem absorver essa água. Em 22/6, à tarde, ao chegar em casa, constatei que o esgoto escorria a céu aberto. Liguei para a Cetesb, que informou que só atende empresas. Já a Sabesp disse para eu procurar a Prefeitura. Essa, por sua vez, respondeu que nada poderia fazer, sem saber o endereço exato do imóvel. Mas, como não sei qual é, sugeri que a Prefeitura enviasse um fiscal ao local. Porém a ligação foi bruscamente interrompida. Por fim, enviei e-mail. Muitos pedestres pisam nessa água suja. Um dos motoristas de táxi do ponto localizado na Rua José Maria Lisboa confirmou que há anos isso ocorre e que o mau cheiro é insuportável, especialmente no verão. A quem recorrer?

HÉLIO NICOLETTI / SÃO PAULO

O superintendente da Unidade de Negócio Centro da Sabesp, Francisco José F. Paracampos, informa que a rede coletora de esgotos local apresenta funcionamento normal. Na vistoria feita em 30/6 foi constatado que se trata de água proveniente da drenagem de lençol freático, de imóveis localizados nas Alamedas Franca e Jaú, que se desloca para a Rua José Maria Lisboa até o sistema de coleta de águas pluviais, de responsabilidade da Prefeitura, já informada do fato em 4/7.

O leitor relata: Em algumas horas do dia há o lançamento de águas servidas e de esgoto. O encarregado pela vistoria deveria retornar ao local e passar algumas horas lá para verificar o responsável pelo despejo.

Esclarecimento: Com relação à reclamação do leitor sr. Marcelo de Moura (sobre o perigo para atravessar a Ponte do Morumbi 13-B, publicada em 13/7), a Polícia Militar (PM) reconhece o local como uma área de interesse de segurança pública, em razão da incidência de crimes e das condições sociais que favorecem a prática de ilícitos, além dos congestionamentos. Em razão disso, é empregada uma forte estrutura de recursos humanos e materiais no local, como as motos do Programa Rocam, o radiopatrulhamento, viaturas da Força Tática e, mais recentemente, helicópteros Águia. Várias prisões já foram feitas, mas as ações policiais continuarão. É importante que a comunidade denuncie eventuais criminosos, pelo telefone 181 e, em caso de emergência, ligue imediatamente ao telefone 190.

O leitor comenta: Já observei alguns PMs na Marginal do Pinheiros em razão dos arrastões a carros, mas não na Ponte Morumbi (13-B), por onde os pedestres acessam o trem metropolitano. Ali os assaltos e o uso de drogas continuam a ocorrer. Sei que é impossível ter um policial em cada esquina, mas observo que na marginal ficam 3 a 4 juntos, o que acho pouco produtivo. Alguns deles poderiam atravessar a ponte para

constatar o que relatei.

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