São Paulo Reclama

REVITALIZAÇÃO SÓ DA ARQUITETURA?

, O Estado de S.Paulo

21 de junho de 2011 | 00h00

Abandono do centro

Há meses, todos os dias ao escurecer, um grupo de até 200 pessoas se reúne no Largo do Paiçandu para negociar telefones celulares e outros objetos de procedência duvidosa. Quando aparece uma viatura de polícia, todos correm. Suponho que sejam objetos roubados. Os moradores sempre ligam para o 190 e, quando aparece um policial, o grupo se dispersa e retorna 10 minutos depois. Ninguém nunca é detido para revista ou averiguação. Ao lado, precisamente, atrás da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, há um acampamento de moradores de rua, bêbados e viciados em drogas. Enquanto isso, no lado oposto da Avenida São João, os membros da Guarda Civil Metropolitana ficam parados em frente à Galeria Olido. Para recuperar a região do centro é necessário que a lei seja aplicada. Aliás, isso é mais importante do que fazer reformas arquitetônicas. Não adianta ter uma Sala São Paulo, se ao lado há 300 viciados fumando crack e defecando nas calçadas. Ninguém vai querer morar num lugar assim. Como alguém que acreditou na revitalização do centro, estou decepcionado.

FÁBIO OLMOS / SÃO PAULO

A Polícia Militar não respondeu.

O leitor comenta: A Polícia Militar passou a enviar seus homens ao local com maior frequência e, eventualmente, faz revistas nos frequentadores da feira do rolo do Paiçandu - que ocorre todas as noites, às vezes no Largo, outras no calçadão da Avenida São João. Sobre os moradores de rua, nenhuma autoridade apareceu por lá. Agora que estamos no inverno, eles fazem fogueiras e destroem os canteiros da praça.

ESTÁCIO UNIRADIAL

Ainda sem diploma

Em 2009, conclui o curso superior em Comércio Exterior na Faculdade Estácio Uniradial e assinei a ata de colação de grau. Mas desde fevereiro de 2010 não tenho retorno algum sobre quando receberei o diploma. A resposta é sempre a mesma: "Entraremos em contato". Sou colaborador de uma empresa de Engenharia, que solicita a apresentação do diploma. Também estou com problemas para renovar o meu registro no Conselho Regional de Administração (CRA), que é provisório.

MARCIUS ANDRADE VILLELA / SÃO PAULO

A Estácio Uniradial informa que entrou em contato com o sr. Villela e esclareceu sobre o procedimento de solicitação do diploma. Diz que o aluno comparecerá ao câmpus com a documentação necessária para realizar o processo.

O leitor relata: Solicitaram alguns documentos, mas já é a terceira vez que os envio. Ainda aguardo uma solução.

SEM LÓGICA

Burocracia TAM

Em 26/1 emiti duas passagens em classe executiva usando os pontos do programa de fidelidade da TAM para o dia 10/7. O voo sairia do Rio de Janeiro para Londres, pois não havia voos disponíveis partindo de São Paulo. Mas, ao confirmá-lo, descobri que o avião fará escala em São Paulo. Fui à loja da TAM e soube que o número de pontos de milhagem não permite o embarque de São Paulo. Se eu pagasse pelas passagens, sim. Qual é a lógica da TAM?

LUCIA WJUNISKI / SÃO PAULO

A TAM responde que entrou em contato com a sra. Lucia para esclarecer que não havia lugares na tarifa restrita de pontos TAM Fidelidade para o trecho São Paulo/Guarulhos-Londres. A companhia adotou outra funcionalidade para flexibilizar a emissão de bilhetes com pontos do Programa TAM Fidelidade, pois antes havia uma limitação de oferta de assentos para emissão de passagens desse tipo - que dependia da época do ano e da expectativa de demanda para determinado voo (o que variava muito e as cotas para utilização de pontos acabavam sendo oferecidas em menor número). Esclarece que criou as classes irrestritas (que exigem uma maior pontuação), para as quais é possível emitir bilhete com pontos para qualquer voo, em qualquer época do ano, desde que haja lugares disponíveis para reserva. A lógica é a mesma para as tarifas pagantes: quanto mais aquecida a demanda, menor a disponibilidade de promoções. Se os clientes quiserem reemitir seus bilhetes em uma tarifa restrita e não encontrarem vaga no voo desejado, a TAM recomenda que verifiquem se é possível viajar em outras datas ou consultem a Central de Vendas periodicamente para acompanhar a disponibilidade dos voos.

A leitora diz: Emiti a passagem partindo do Rio, pois não tinha lugar no voo saindo de São Paulo. Existia a informação de que haveria escala técnica na capital paulista. Depois soube que os passageiros do Rio vão trocar de avião em São Paulo, embarcando com os passageiros dessa cidade. Por que não posso embarcar já em São Paulo, se há lugar?

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