São Paulo Reclama

TVA CONSTRANGE CLIENTE

, O Estado de S.Paulo

11 de junho de 2011 | 00h00

Cobrança indevida

A TVA, além de não cumprir o que determina o Código de Defesa do Consumidor, agora lança mão de ameaças como a carta de cobrança enviada a mim, datada de 25/5, com prazo de 5 dias para pagar a mensalidade vencida em 7/5, ou meu nome seria enviado para o SPC e Serasa! É inacreditável que uma multinacional possa ser tão desorganizada administrativa e juridicamente a ponto de cobrar de forma exacerbada um débito inexistente, por já ter sido pago no dia 26/4. A TVA se utilizou dos dados do meu cartão de crédito para, de forma sorrateira, leviana e pouco honesta, debitar um valor maior do que me tinha sido informado, que é relativo a uma mensalidade que não tinha vencido. Sem meu conhecimento ou autorização a empresa adotou uma prática aviltante. A TVA tem o direito de fazer seus clientes passar por constrangimentos indevidos?

VALTER L. P. MOURA / SÃO PAULO

A TVA lamenta o ocorrido e esclarece que todas as providências internas foram tomadas para evitar que este tipo de situação ocorra novamente. Em contato efetuado com o cliente, informa que a carta é referente ao pagamento de abril e foi postada antes da data em que o pagamento foi efetuado. Solicita que o cliente desconsidere a cobrança.

O leitor desmente: O assunto não foi resolvido e a TVA mais uma vez falta com a verdade. Tenho a carta e ela está datada em 25/5, portanto, posterior em cerca de 30 dias ao débito efetuado em meu cartão de crédito, realizado em 26/4. Esse débito é relativo ao pagamento das mensalidades de abril e de maio (que não tinha vencido), sem que eu meu conhecimento e sem minha autorização.

MEIO AMBIENTE

Praça em risco

Peço a atenção e a ajuda do prefeito de São Paulo para a preservação da Praça Fausto Eduardo Russo Camunha, no Jardim Petrópolis. Há quase 20 anos, nós, moradores do bairro, mantemos a praça plantando várias espécies de árvores, algumas frutíferas, que acabam servindo de alimento para diversas espécies de aves. Lá aparecem até saguis. Em 7/5, houve medições na praça e soubemos que será construído minipiscinão, ou algo parecido, no local. Um engenheiro disse que as árvores, cerca de 450 e já catalogadas, serão retiradas. Os moradores estão indignados, pois, além de acabarem com uma área de lazer, que contribui para um ar mais puro para a região, vão trazer para a região sujeira, ratos, lixo, insetos de todos os tipos, pois a manutenção realizada nos piscinões existentes é péssima.

JOSÉ M. DOS SANTOS FILHO/ SÃO PAULO

A Secretaria de Infraestrutura Urbana não respondeu.

O leitor comenta: Fomos à Secretaria do Verde e Meio Ambiente para conversar com o secretário, a fim de tentar interromper esse projeto, que vai aniquilar uma área verde.

PERIGO

Vão entre os trens da CPTM

Na manhã do domingo, 22/5, na Estação Brás, ao desembarcar do trem na Linha Rio Grande da Serra, sentido Luz, um garotinho quase caiu no vão existente entre a plataforma e o trem. Por sorte, o pai dele o segurou. Quando a CPTM vai resolver esse problema? Os valores das passagens são reajustados e a insegurança permanece.

ELIEL QUEIROZ BARROS / SANTO ANDRÉ

A CPTM não respondeu.

AES ELETROPAULO

À mercê da natureza

Se São Paulo sofrer mais um revés da natureza, vai parar. Em 7/6, após o vendaval, um transformador na Rua Tuim, em Moema, explodiu, deixando um prédio inteiro sem energia. Foi preciso ligar o gerador do edifício, mas o barulho é ensurdecedor, principalmente para os vizinhos.

BEATRIZ CAMPOS / SÃO PAULO

A leitora relata: O problema só foi resolvido pela Eletropaulo no final da tarde de 9/6.

É indiscutível a incompetência da AES Eletropaulo em restabelecer o fornecimento de energia, mas ela não está sozinha. A Prefeitura de São Paulo é tão ou mais incompetente. A maior parte dos problemas de falta de energia é decorrente de quedas de árvores sobre a rede elétrica, pois elas não recebem da Prefeitura o tratamento adequado, mesmo quando alertada pelos munícipes. No começo deste ano, nas redondezas onde moro todos ficaram 3 dias sem energia, por causa da queda de árvores. E todas foram alvo de dezenas de pedidos de remoção ou de poda feitos por mim e por um vizinho.

CACALO KFOURI / SÃO PAULO

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