São Paulo Reclama

RUAS E CALÇADAS DA CAPITAL ESTÃO ESBURACADAS

, O Estado de S.Paulo

31 de maio de 2011 | 00h00

Serviço de recapeamento

No início de maio, a Rua Campos Bicudo, no Itaim Bibi, recebeu mais dois remendos e não foi recapeada. O serviço é de má qualidade. A Avenida Brigadeiro Faria Lima também tem vários buracos. As calçadas estão danificadas e é possível observar 4 ou 5 pisos diferentes numa quadra de 200 metros. Parece que a Prefeitura não tem disposição nem de fiscalizar.

SERGIO BRESCIANI / SÃO PAULO

A Subprefeitura Pinheiros esclarece que a Prefeitura anunciou em maio que investirá R$ 39 milhões para recapear 86 vias. A Rua Campos Bicudo receberá o serviço em etapa futura do programa. Para garantir a segurança, a manutenção das vias é realizada por meio dos serviços de tapa-buraco. Defende que o material asfáltico utilizado é de 1ª qualidade. Sobre a Av. Brigadeiro Faria Lima, além de receber operações tapa-buraco, trechos da via foram recapeados recentemente. A respeito dos problemas nas calçadas, o proprietário do imóvel é o responsável por sua manutenção, conforme legislação municipal. Dessa forma, fiscais da Subprefeitura Pinheiros realizam vistorias para notificar os responsáveis sobre a necessidade de regularização e manutenção. Qualquer cidadão pode e deve contribuir com a Prefeitura realizando denúncias pelo 156, em praças de atendimento da Subprefeitura ou pelo site http://sac.prefeitura.sp.gov.br/.

O leitor contesta: O serviço de tapa-buraco é malfeito e, se o material usado fosse de primeira qualidade, não teria uma duração tão efêmera. Recapear só algumas ruas, enquanto centenas estão em péssimas condições, mostra a pouca disposição da Prefeitura em cuidar da região. A Av. Brigadeiro Faria Lima já precisa ser totalmente recapeada.

INDICAÇÃO DE FAIXA

Travessia mais segura

Gostaria de sugerir outra medida para ajudar a reduzir os atropelamentos na cidade. Há dois fatores que influenciam na segurança do pedestre: o motorista saber que ele quer atravessar e que há faixa naquele local. A orientação para erguer a mão ao pretender atravessar resolve o primeiro. O outro poderia ser solucionado com sinalização horizontal em zigue-zague na via, já usada em países como Inglaterra e Austrália, precedendo a faixa de pedestres. A sinalização orientaria o motorista a reduzir a velocidade antes de efetivamente alcançar a faixa. Assim, evitam-se atropelamentos e acidentes decorrentes da redução abrupta de velocidade.

MARCELO GARCIA ROSSI / SÃO PAULO

MARGINAL DO PINHEIROS

Assaltos frequentes

Li a publicação de 28/5, em que a leitora sra. Tania Sampaio reclama da falta de segurança na região da Marginal do Pinheiros, perto da Ponte Morumbi. Como morador do Panamby, passo por ali todos os dias. Reforço que o policiamento da região não é feito exatamente como a Polícia Militar (PM) afirmou. Em abril, ao passar sob a Ponte Morumbi, o para-brisa do meu veículo foi arrebentado por uma pedra arremessada de cima da ponte. Conhecendo os perigos da região, só parei o veículo na delegacia do bairro Panamby, onde fiz um B.O. Fui informado pelos policiais de que os bandidos arremessam pedras para atingir os veículos, obrigando os motoristas a parar no acostamento em frente ao Supermercado Extra, onde acabam sendo vítimas de assalto. Há policiamento na região, mas só de tempos em tempos. Nessas últimas semanas só vi ambulantes embaixo da ponte nos horários de pico e com aparência suspeita. A Prefeitura e a PM precisam tomar alguma atitude urgente, pois, além de o trânsito estar cada vez mais infernal no local, está cada vez mais perigoso passar por ali.

FERNANDO YAMAGUTI /SÃO PAULO

ESTAÇÕES DO METRÔ

Banheiros insuficientes

Não entendi por que tanta polêmica pela falta de sanitários na Estação Pinheiros do Metrô (Banheiro, só com insistência; Metrópole, 18/5). No mês passado, procurei um banheiro na Estação Sumaré e não encontrei. Na Estação Consolação um funcionário perguntou se era para mim ou para meu filho e respondi que era para mim. Uma funcionária me levou a um corredor interno, onde havia um banheiro para deficientes. Na saída, questionei por que o banheiro estava tão escondido e soube que só idosos, crianças e deficientes podem usá-lo.

MARIA DE FÁTIMA R. ALVES / SÃO PAULO

O Metrô diz que dispõe de 34 sanitários públicos nas estações e terminais de ônibus anexos. Há 32 unidades de uso preferencial, em áreas de acesso controlado.

A leitora critica: Se antes da Linha Amarela tínhamos quase 60 estações de Metrô, 34 banheiros não atendem às necessidades dos usuários.

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